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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

IV - VIAGEM A CALDAS NOVAS - GO - AGO/17

       VISITA AO CASARÃO DOS GONZAGAS - CASA DE APOIO AO ARTESÃO &
                       VISITA À IGREJA DE NOSSA SENHORA DE SALETE
                                   VISITA À MATRIZ DE NOSSA SENHORA DAS DORES  (de 1850)

     Antes de ir a Caldas Novas, consultei rapidamente na internet os principais pontos turísticos da cidade e dentre estes se encontram os temas acima.
       CASARÃO DOS GONZAGAS  (de 1908) -   Consta que lá funciona um Centro de Apoio aos artesãos e colocamos no nosso roteiro.    Fica na região próxima ao centro da cidade e colocamos no navegador do celular e partimos de carro chegando logo em seguida, pelas 16.30 h.      No folheto que tenho, diz que o local é aberto ao público de terça a domingo das 9 h as 21 h.    Chegamos lá no domingo pelas 16.30 h e estava fechado.  No quintal do Casarão tem um galpão e estava havendo um baile popular vespertino.   Ou seja:   perdemos a viagem e sobrou um lamento e tiramos umas fotos do prédio histórico ao menos para guardar de lembrança.    Vida de turista por aqui tem dessas coisas.

                                                         Foto:   Sonia Forsetto

                                IGREJA NOSSA SENHORA DE SALETE
   
     A igreja primeiramente foi feita na encosta da Serra que margeia a cidade e era pequena.   Agora está em fase de acabamento o novo prédio da igreja que é bastante espaçoso e moderno e está na fase de acabamento.    O piso está para ser iniciado o revestimento com pedras de granito.   
     Visitamos o altar provisório da igreja que tem uma imagem de uns 60 cm de altura e consta numa plaquinha que a mesma foi doada por um garoto devoto de Seattle - USA em 2005 por alguma graça recebida da santa.

     A igreja fica com acesso por asfalto a uns 3 km do centro da cidade de Caldas Novas e do local se enxerga a cidade numa visão panorâmica.    Vegetação de Cerrado em todo o entorno da igreja.


             Fotos:   Sonia Forsetto          (esta imagem não é a que foi doada e citada acima no texto)


                                        MATRIZ DE NOSSA SENHORA DAS DORES    (de 1850)

     Fica no centro da cidade e na construção há paredes em alvenaria e no lugar das vigas, há estruturas em madeira de lei entalhadas no passado sem uso de serra.   São madeiras esculpidas com machado até tomarem as formas desejadas na construção e o processo costuma também ser chamado de madeira lavrada.


                                                 Fotos sacadas do Google.   Só registramos em celular
     Em duas igrejas da região notei um sistema de travas perto da cumeeira do teto que não via em outras construções antigas.     Olhando para o teto da igreja na foto interna dá para ver as travas de madeira de lei.








III - VIAGEM A CALDAS NOVAS (GO) AGO/17

     VISITA AO JARDIM JAPONÊS    E CASA DE UM PIONEIRO (MINI MUSEU)

     O Jardim Japonês fica encravado numa área particular de empresa imobiliária que tem loteamentos e condomínios na cidade.    É pequeno e tem seus detalhes.   É cobrado um pequeno valor (ao redor de R$.5,00) por pessoa para visitar o local, visita que pode ser feita em meia hora com folga. 
     O local fica na entrada da cidade, na chegada a  Caldas Novas, uns mil metros antes do centro da cidade, no perímetro urbano.
     Quem já conhece alguns outros Jardins Japoneses (no Paraná a colônia é forte e tem vários jardins do tipo) percebe as diferenças.   Lá com clima seco no inverno, a famosa grama rasteira e aqueles pinheiros ornamentais não estão presentes.     Em compensação, o jardim se mescla com algumas árvores típicas da região ou mesmo de outras regiões.   Um pé de falsa seringueira que lá chamam de gameleira.   Um frondoso pé de tamburi e os destaques (ao meu ver), pés novos de bacuri, que é um tipo de coqueiro da região.    Os pés de bacuri novos com seus cachos que chegam a arrastar no chão dão um efeito muito bonito.
     Há no tema do jardim um lago pequeno com chafariz, uma ponte típica curvada para pedestres, um mini pagode japonês e uma elevação pequena feita em pedras com escada de 12 degraus com pequena fonte de água ao lado, que tem uma simbologia como os demais itens do jardim.
     Dois guias informais com câmeras fotográficas se apresentam para orientar os turistas sobre o significado de cada item do jardim, tiram fotos e as vendem no final da visita, sendo esta a forma de remuneração das mesmas pelo serviço prestado.   Razoável. 
     Além do jardim em si, tem o arvoredo regional e algumas edificações, sendo uma delas uma Capela nova que tem como detalhe ser aberta nas laterais porque o clima da região é quente.   Tem também uma casa de um pioneiro da região (seria a segunda casa do município), aberta à visitação e que funciona como um mini museu e seu tema, além da moradia em si, no seu anexo (quintal) há um velho engenho de madeira com tração animal para moer cana e os demais aparatos (tacho, etc) para fazer rapadura, açucar mascavo, etc.
     Consta que a descoberta das termas em si foram em 1777.   A igreja Matriz da cidade é de 1850.
     A visita ao local vale a pena por estar muito acessível, perto do centro, preço baixo e ter alguns atrativos típicos da região.   Para mim o destaque foi por conta dos pés de coqueiro bacuri com cachos.






II - VIAGEM A CALDAS NOVAS - GO (AGO/17)

     Chegamos na sexta à noite e após nos acomodarmos no Hotel no centro, demos um passeio pela praça principal que é bem movimentada porque as termas (água a 43 graus aproximadamente)  trazem turistas à cidade durante o ano todo e no inverno a água quente ainda é mais atraente aos banhistas de perto e de longe.
     Notamos que falta na cidade um Centro de Informações Turísticas, o que seria de muita ajuda aos visitantes, mas vamos em frente.
     Já a viagem de automóvel de Goiânia a Calda Novas GO, de 190 km de asfalto, já é parte do passeio porque circulamos pelo Cerrado Brasileiro, cuja vegetação é típica, com árvores mais baixas e cascudas e há muitas pastagens e o capim nesta época está seco porque chove pouco e os pés de ipê amarelo são o destaque no cenário da viagem.    No cair da tarde, com o carro em movimento, com um bocado de boa vontade dá para ver a árvore mais alta da primeira foto como sendo um pé de ipê amarelo.
     Um prato típico de lá é o chamado Empadão Goiano que provamos e aprovamos.   O arroz com pequi (fruto do cerrado) também é bem típico do Cerrado.
   


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Fotos de Sonia Forsetto
     
     

sábado, 12 de agosto de 2017

VISITANDO PONTOS TURÍSTICOS EM BELÉM DO PARÁ (AGO/17)

     Fui a um evento nacional da Engenharia (74ª SOEA - Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia) como Conselheiro Titular do CREA PR a Belém do Pará na semana 07 a 11-8-17.   Por ser um percurso longo do Paraná a Belém, optamos por chegar um pouco antes e tivemos um dia livre para conhecer um pouco da cidade.
     Antes eu tinha feito uma lista dos lugares que pretendia visitar, sabendo que não daria para ver todos e ao chegar lá, faria uma escala de prioridades de acordo com a distância, etc.
     Os lugares que destaquei na pesquisa prévia:  Fábrica de Pneus Bitar (a primeira do Brasil, segundo citado), o Farol (que depois nem deu para procurar), a Igreja de S.Sra. da Conceição, o Mercado Carananduba, Mercado Ver-o-Peso, Teatro da Paz, Catedral da Sé, a Basílica de Nazaré,  a Estação Docas, a Feliz Luzitânia, o Forte, o Museu Emilio Goeldi e o Mangal das Garças.
       O que deu para visitar em um dia:   
     Cheguei na cidade na segunda 17.30 h e consegui à noite ir visitar e jantar no Estação Docas.    
     Na terça, o dia de folga, consegui visitar o Mercado Ver o Peso, o Mercado de Peixe ao lado (o prédio do Mercado é histórico, alto e muito imponente e lindo por fora e por dentro em sua arquitetura).   
     Em seguida, fui visitar no centro histórico:
 o Forte
 a Igreja de Santo Alexandre - foi dos Jesuitas (com museu sacro anexo), 
 a Igreja da Sé  (Santa Maria de Belém - o nome antigo de Belém), 
 o Museu do Círio de Nazaré e
 a Casa das Onze Janelas que atualmente abriga um museu de arte contemporânea.     Do Ver o Peso dá para ir à pé (uns três quarteirões) até a praça onde ficam o Forte, a Igreja de Santo Alexandre com museu sacro anexo e a Igreja da Sé (Santa Maria de Belém).
     Fiz isso tudo antes do almoço.     A demora maior foi no Museu de Arte Sacra.
     Depois do almoço tentei ir visitar o Museu Emilio Goeldi (tem mais de 150 anos) e nem consultei horário e sendo terça feira, dei com a cara na porta.  O museu abre a partir das quartas feiras...   Em geral os museus não abrem de segunda feira...

     Vamos às fotos com legenda :    (fotos em celular pelo Eng.Agr. Orlando Lisboa de Almeida)
    
     Fotos da Estação Docas - antigo terminal portuário de Belém restaurado e transformado em espaço de lazer e gastronomia.   Estrutura em ferro inglês e local de valor histórico.     É o point do turismo à noite principalmente.


          Abaixo, foto das tendas brancas que compõem o tradicional mercado de Ver o Peso  (era um lugar de pesar mercadoria para cobrar a taxa antes do embarque).    À margem da baia de Guajará em Belém.    Mercadorias como legumes e frutas e setor de gastronomia e artesanatos.   O prédio logo em seguida com detalhes em azul e bege é o histórico (e em funcionamento) Mercado de Peixes.
     
     Abaixo, mercado de Peixes em pleno funcionamento.    Peixe fresco a toda hora.  Esse peixe é chamado de filhote e é muito apreciado na região.   Testei e aprovei o sabor.
     Forte do Presépio - centro histórico de Belém do Pará.    Data de 1617 aproximadamente.    No mesmo há um pequeno em bem organizado museu.   Vale a pena ser visitado.
     Acima, vaso de cerâmica marajoara no Museu do Forte.    Servia como urna funerária aos povos pré colombianos da região amazônica.  

     Abaixo, Casa das Onze Janelas.   Fica ao lado do Forte em Belém do Pará.   E do outro lado da mesma praça tem a Catedral da Sé e a Igreja de Santo Alexandre.    Tudo meio que lado a lado.
     Esta Casa é um espaço cultural no momento e havia duas exposições de artistas plásticos locais e eu particularmente gostei muito do prédio mas a arte exposta não me agradou.    Destaco que muda sempre o que está exposto e sempre é bom conferir e o gosto de cada um é único.

     Igreja da Sé de Belém do Pará.    Foto que tirei de dentro da Igreja de Santo Alexandre, na mesma praça.    Aqui costuma ser o local da chegada da procissão do Círio (em outubro) que parte da Basílica da cidade.

         Altar da Igreja da Sé de Belém.    A igreja está em plena atividade e é muito ampla e bela.
     As fotos que tirei da igreja de Santo Alexandre (que foi obra dos Jesuitas) ficaram escuras pois esta está fechada e o acesso à parte interna é pelo Museu de Arte Sacra anexo.      Vale a pena a visita pela imponência da obra que é grande e bem conservada.     A imagem abaixo é uma das muitas que há no Museu anexo à igreja.   Independente da fé de cada um, vale a pena ver as obras de arte de grande valor estético e histórico, além de religioso.

     Abaixo, flâmula de N.Sra. de Nazaré que está entre as peças do Museu do Círio de Nazaré, a maior festa religiosa do Norte do Brasil.  (outubro de cada ano)
    Parte da corda enorme que é puxada pelos fieis durante a procissão do Círio de Nazaré.
     Abaixo, a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré.    Consta que seria semelhante à arquitetura da Igreja de São Paulo em Roma.    Daqui parte a procissão do Círio de Nazaré   (Belém - Pará)
     Interior da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré -  Belém do Pará

sexta-feira, 14 de julho de 2017

FALA NA COMEMORAÇÃO DOS EX ALUNOS DO COL. BENTO MOSSURUNGA - UMUARAMA - PR

  Emoção!   Pura emoção!
     Não há outra palavra para expressar nosso sentimento neste momento.
     Momento de Encontro, de rever tantos e tantos amigos que há tanto tempo não vemos.
     Não tem preço.  Não dá para explicar a sensação.
     É um doce tumulto de gente que se encontra, ergue os braços para um abraço firme e demorado, do tamanho da distância e  da força impulsionados pela saudade.
     Era isso que nós esperávamos e é isso que estamos vendo e sentindo agora.  É sorriso no rosto de todos.   É um tal de ir vendo grupinho aqui, grupinho ali, sempre nos cumprimentos e na prosa animada.   E põe animação!
     Tem momento que a gente fica até meio naquela:   - Vou circular um pouco mais para ver mais gente da nossa época.   Não posso perder um minuto sequer.
     Tanto tempo passou e tudo parece que foi ontem.   Volta o filme na cabeça de cada um em lembranças de tantos episódios que vivemos juntos no Bentão.
     Cada um quer saber por onde o outro tem andado, onde mora, se casou, se tem filhos, o que faz na vida.   É um verdadeiro balanço da vida de todos e de cada um.
     O balanço da vida tem de tudo um pouco, tudo junto e misturado (ou tudo juntis e misturadis como diria o saudoso Mussum Forevis).    Uma pitada de aventura, paquera, dor, amor, desencontros, encontros, ilusão, desilusão, conquistas, vitórias e segue a vida.
     Falar sobre o Bentão da nossa época de estudantes aqui é falar de época, lugar, pessoas queridas e coisas do lugar.
     Ruas de chão e poeira, periferia, professores, funcionários e diretores.   O prédio do colégio que nunca foi uma Brastemp, mas sempre foi uma casa simples e de coração pulsante com os jovens de ontem, de hoje e os que ainda virão.   Traz grandes recordações de tudo e em nós todos.
     Vários dos nossos professores da época até já não estão mais neste mundo.  Outros, já idosos estão por perto ou em locais distantes.    Foram convidados os que pudemos encontrar e estão presentes os que puderam vir celebrar conosco.
     Nosso carinho e nosso abraço a todos.
     (citar professores, diretores, funcionários....)
     Uma homenagem aos ex alunos, professores, diretores e funcionários que partiram desta dimensão, afinal a vida tem dessas coisas.   Nossa eterna lembrança.
     Hoje é um dia de magia e alegria, já que nosso Encontro é para celebrar juntos.   Cumprimentos calorosos, de sorriso nos lábios.    Se juntar em grupos, posar para fotos, anotar telefones, fazer selfies e já começar a pensar na pergunta que muitos já estão se fazendo:
     - Quando faremos o próximo Encontrão da Turma do Bentão?
     Mais tarde o pessoal aos poucos vai lembrando a distância de casa e começa o rito de despedida, de abraços com a alma leve  e a alegria de constatar que cada momento desse Encontro foi mágico.
     Foi mágico desde o momento que começamos o preparo, a programação, a ansiedade das vésperas e a chegada pra junto da galera reunida.
     É abrir os braços, respirar fundo, alcançar todos num abraço e dizer:
     - Obrigado meu Deus!
     Obrigado por me dar essa oportunidade de celebrar com tantos amigos de uma só vez.
     Turma do Bentão.   Turma do Coração.    Até a próxima ocasião.     Tchau!

     

quarta-feira, 12 de julho de 2017

BALANCETE ATUAÇÃO NO TERCEIRO SETOR

BALANCETE DA ATUAÇÃO NO TERCEIRO SETOR - VOLUNTÁRIO (Primeiro Semestre 2017)
     Engenheiro Agrônomo Orlando Lisboa de Almeida - Curitiba - PR

1 - Clube de Serviço - Secretário............... 21 reuniões;
2 - Senge Sindicato dos Engenheiros -
Conselheiro Consultivo................................ 8 reuniões
3 - Palestras assistidas no Senge com
especialistas da Universidade sobre
Mudanças na Previdência e Trabalhista ...... 3 reuniões
4 - Atuação como Conselheiro Titular no
CREA PR (cargo não remunerado)............... 6 reuniões
5 - Participação do Forum Lixo e Cidadania
no Ministério do Trabalho - apoio aos Catado-
res de recicláveis........................................... 1 reunião
6 - Participação em palestra da CEF Caixa
Econ. Federal sobre o Financ. Rural............. 1 reunião
7 - Participação na Câmara de Vereadores,
palestra/debate - Parto Domiciliar Assistido e
Parto Hospitalar - com autoridades no ramo
e lideranças de base da comunidade........... 1 reunião
8 - Encontros para troca de idéias sobre
livro lido no mês com leitores do IEP Insti-
tuto de Engenharia do Paraná..................... 4 reuniões
OBS - fiz quatro matérias para o blog visando
socializar as informações coletadas nas pa-
lestras. Datas de 17-03, 21-04, 06-05 e 6-06
www.resenhaorlando.blogspot.com.br
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Total de eventos no 1º Semestre/2017........ 45



quarta-feira, 7 de junho de 2017

CRÔNICA SOBRE OS EX ALUNOS DO COLÉGIO BENTÃO DE UMUARAMA, ANOS 80 - VAI TER ENCONTRO!


Por: Orlando Lisboa de Almeida (amigo da turma)

Faz pouco tempo que rolou uma pequena crônica sobre a apresentação da Fanfarra do Bentão (Bento Mossurunga) que foi vencedora do concurso de fanfarras no começo dos anos 80 em Umuarama. Foi uma apresentação memorável.
Dia destes, a turma de ex alunos dos anos 80 resolveu se articular com ajuda das redes sociais, para um Encontro em Umuarama-PR para celebrar os 40 anos da turma da Fanfarra e dos que não tocavam na fanfarra mas eram alunos da época. Será dias 15/16-06-17 (feriado)
Há um punhadinho desse pessoal espalhado pelo Brasil afora e uns deles, em Curitiba-PR.
Vai que a Edineia resolveu dar uma busca no Santo Google para obter dados do Bentão e pimba! Achou lá a crônica que falava daquela apresentação campeã e ficou inclusive muito emocionada, afinal ali continha fatos que ensejavam grandes recordações, pois ela estudou no Bentão, jogou em várias modalidades esportivas lá no colégio e tocou na Fanfarra também. 
Ela buscou na internet e achou o telefone do cronista amador aqui e ligou. Emocionada! Fez um convite para nos encontrarmos em Curitiba onde moramos, para nos conhecer e articular alguma coisa para convidar mais ex alunos e relembrar fatos da época.
No primeiro encontro, este cronista e dois ex alunos, a Edineia e o Benê. Foi um ótimo bate papo e muitas recordações com boas gargalhadas.
Um segundo encontro, desta vez com mais gente: A Edineia trouxe o irmão dela, Zé Carlos, também ex aluno do Bentão. O Benê trouxe um filho e foi uma nova etapa de boas recordações e um colocar a prosa em dia. E a Rosália, também ex aluna, super animada com o encontro que será em Umuarama.
Dias atrás, o terceiro encontro de apronto para o Dia D que será em Umuarama. O encontro foi na casa da EDINEIA que nos recepcionou com um caprichado café da tarde e dá-lhe prosa, desta vez num grupo maior ainda. Desta vez esteve presente inclusive o Professor PLINIO, que atua como empresário no litoral do Paraná e é um dos ex alunos da época. Também o BRAGUINHA, que veio com a companheira dele e residem em Curitiba. ZÉ CARLOS, irmão da Edineia e ex aluno; o BENÊ e a ROSÁLIA. 
A turma participa de um animadíssimo grupo de WhatsApp que está fervendo por conta da proximidade da data festiva lá em Umuarama-PR. Uma expectativa enorme e com toda razão. Que venha o dia da festa e até lá!