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sexta-feira, 17 de maio de 2019

RESUMO DO CITY TOUR EM DUBAI - ABRIL DE 2019



RESUMO DO CITY TOUR EM DUBAI NO RETORNO DA ÍNDIA

         Viajamos numa missão técnica para a Índia, partindo de São Paulo, Brasil e o foco do grupo foi a cana de açúcar e seus produtos, uma vez que o Brasil é o maior produtor mundial e grande exportador e a Índia é o segundo colocado no setor.     O grupo foi articulado pelo PECEGE que é um programa de pesquisa ligado à ESALQ USP de Piracicaba SP onde eu fiz Engenharia Agronômica entre 1973 e 1976.   
         Como blogueiro amador, fiz várias matérias aqui para o blog da viagem pela ordem de chegada, ou seja:  Mumbai, Pune, Agra e Nova Delhi na Índia.    A visita a Dubai não constava do roteiro porque em princípio iriamos apenas fazer escala naquele ponto turístico de grande procura.     Na volta, o voo da Emirates atrasou um tanto entre a Índia e Dubai e não alcançamos o voo em seguida rumo a São Paulo.    Assim ficamos acomodados um dia e uma noite em Dubai por conta da companhia, o que foi um mal que veio pra bem.   
         Seria uma pena só passar por lá e não fazer ao menos um city tour, o que acabou acontecendo por conta do atraso do voo.    Eram 3 h de Nova Delhi a Dubai e 14 horas desta até São Paulo.




         Nossa delegação estava em oito e fretamos uma van com
 motorista para nos levar nos principais pontos turísticos da cidade que fossem possível num dia que ao nosso ver rendeu bem.   Em alguns pontos só passamos em frente e em outros paramos como se verá a seguir.
         Visitamos um Museu da cidade que tem seu lado de longa história, já que uma atividade do passado por lá era o cultivo de pérolas na costa marítima.    Amostras de armas primitivas e trabalhos do cotidiano dos antepassados remotos.




         Passamos pelos hotéis Atlantis e 

o_Burj Al Arab Hotel  que tem a forma de um barco e que seria o único hotel sete estrelas, quando a escala normal é até cinco estrelas.    Fica numa micro ilha artificial de aterro, numa praia. Foto abaixo:


         A praia em si onde fica o hotel é um pouco estranha, já que a areia fica alta e de quem olha da orla, da calçada, se vê o mar um pouco adiante mas não se enxerga o local onde as ondas morrem na praia.   Não vi como quebram as ondas no local e tinha pouca gente de banhista.   Parecia haver mais turistas como nós dando uma olhada no local para depois seguir adiante.

         O hotel Atlantis
fica na chamada palmeira artificial, ou seja, aterraram o mar em forma de uma palmeira imensa e nesta há várias edificações de luxo incluindo o hotel citado.   No caso só passamos em frente e seguimos adiante.   Foto abaixo:



         Visitamos junto ao cais onde o pessoal faz uma pequena travessia de barco num braço de mar bem estreito, um trecho de uns 700 m de água. 


         Por perto, há um local de comércio popular como uma rua de calçadão só para pedestres, coberta num trecho de uns dois quarteirões, com lojas de joias e artesanatos mais populares, mas muito bonitos.
         Em seguida fomos a um enorme Shopping
(Shopping Mall of the Emirates 


Vista acima, parcial do aquário em um dos setores

 foto com os crocodilos acima no aquário

que entre outras coisas tem um aquário gigantesco com uma série de atividades para os turistas, desde passar por algo como um túnel de vidro transparente vendo os peixes, alguns de mais de um metro e meio de tamanho (arraias, tubarões, etc), até andar em grupo num barquinho onde o guia alimenta os peixes e eles fervilham ao redor do barco e das pessoas. Barco de fundo transparente para não se perder nada de vista e das filmagens para recordação.    Fizemos esse passeio pelo aquário e valeu a pena e o custo.
         Um setor com pinguins e um setor com dois enormes crocodilos de uns dois metros cada.


         Jantamos no Shopping e no lado externo deste há o local com lago onde tem no cair da noite o show das águas com movimento, luz e música.  Um belo espetáculo.


(tentei colocar o video feito com celular e não consegui.  então pela primeira vez postei um video no Youtube e aqui vai o link

quinta-feira, 18 de abril de 2019

VISITA COM GUIA AO PALÁCIO IGUAÇU - CURITIBA - PR. ABRIL DE 2019 - FOCO NAS ARTES PLÁSTICAS DO ACERVO

Participo de um curso Patrimônio Histórico do Paraná com aulas às quartas feiras de manhã no Solar do Rosário que fica no Centro Histórico de Curitiba.    Uma forma de conhecer melhor o acervo e também de conhecer mais pessoas que tem afinidade com bens culturais.
    No dia 17-04-19, após a professora agendar com o pessoal do palácio, fomos visitá-lo das 10 até as 12 h.    Foi uma visita cheia de surpresas para o pessoal.   Estavamos em quatorze visitantes.
     Fomos atendidos pela Sra. Cibele que trabalha no Palácio Iguaçu e entre suas funções, está a de ser a guia para mostrar e comentar as obras disponíveis no acervo local.
     
     O Palácio
     O Palácio Iguaçu foi inaugurado pelo Governador Bento Munhoz da Rocha em 1953, ano do primeiro centenário da emancipação política do Paraná em relação a São Paulo.


     A surpresa já foi no primeiro local visitado, no térreo, que tem uma capela

onde inclusive toda quarta feira as 12 h há uma Novena com um padre da Igreja Perpétuo Socorro e destinada ao público em geral.
     A capela tem na lateral uma imagem de Nossa Senhora do Rocio, que é a Padroeira do Paraná e foi incorporada ao acervo da capela logo após a inauguração do prédio do palácio.    A capela no palácio teria sido uma sugestão da esposa do então governador Bento Munoz da Rocha.




     Tem uma tela grande alusiva à visita do Papa João Paulo II  que visitou Curitiba.   Tela de Euro Brandão, datada de 1982.   No quadro, entre os detalhes da cadeira que o Papa usou e que está na Catedral de Curitiba e em destaque a representação de um grupo de descedentes de poloneses daqui que estiveram com trajes típicos no evento com o Papa na cidade.
     
     



     Abaixo, a porta da capela que foi doada por Portugal onde Nossa Senhora do Rocio é bastante cultuada.





     Em seguida nos fundos do Palácio visitamos a obra do artista plástico Miguel Rosa.   Um mapa do Paraná em relevo nas proporções das elevações de cada região do estado e demarcados os principais rios que correm no estado.      No lugar da nascente de cada rio há uma saída para água e em pleno funcionamento a obra teria água corrente permantente, mostrando o rumo de cada rio e tem o nome dos principais municípios por onde cada rio passa.  Muito interessante.    A obra está precisando de restauro e por enquanto as águas não estão presentes conforme era na forma plena.




     Mural     (de 1953)
 do artista plástico Humberto Cozzo representando o paranaense em atividade madeireira, cafeeira e lavrando a terra com arado de tração animal.
     O mural tem a altura de uns cinco metros e uns oito ou mais de largura, sendo bastante grande.    Pela cor do material, um tom meio bege, não destaca muito os detalhes numa foto com celular.




     Escadaria 

     Onde no passado as debutantes eram solenemente dispostas para a foto em conjunto como num palco diante dos convidados que ficavam nesse salão visto acima de piso preto e branco.

     Painel entalhado em madeira por Poty Lazzarotto

         As riquezas da agricultura e pecuária estão presentes na obra do autor.

     Tela com tema de Foz do Iguaçu
     A tela é de 1920 quando o autor Antonio Diogo da Silva estava há tempos em Paris e lá pintou esse quadro com lembranças das Cataratas do Iguaçu.   

     Logo abaixo da tela, uma das mobilias do palácio que foram sendo usadas ao longo dos tempos.

    Tela - Chegada do enviado do Rei à nova Província do PR



     O enviado do Rei para escolher e instalar a Província do Paraná que se desmembrava de São Paulo foi o jovem de 27 anos de idade na época, o baiano Zacarias Goes de Vasconcelos.   Ele era bastante culto e tinha já atuado no Piauí onde localizou a capital Terezina no interior do estado visando espalhar a atividade econômica para não ficar concentrada no litoral.    
     Esta mesma visão ele teria trazido para o Paraná.    Consta que ele foi recebido em Paranaguá para onde chegou por navio, num clima de grande festejo porque o povo local achou que lá seria escolhida como a capital da nova Província.    A capital acabou sendo localizada em Curitiba que também tinha sua pujança e influência sobre o interior.
     Disse a guia que sobre essa tela há curiosidades como a falta de assinatura do autor.    Ele teria recebido a encomenda e o tema e um prazo razoável para elaborar a obra para a inauguração do Palácio nos festejos do primeiro centenário da Província.   Chegou perto da época aprazada e o autor ainda estava com a obra inacabada.  Pressionado, entregou o quadro (enorme) semi acabado e não assinado.    
     Autor da tela:   Arthur Nisio, curitibano (1906-1974)

    Tela de Theodoro de Bona   
     A tela representa o ato de assinatura do termo de criação da nossa Província.    O autor paranaense colocou alguns detalhes do Paraná em sua obra com a licença poética do artista, colocando inclusive araucárias numa vista pelas janelas do local.   Na realidade o documento foi assinado em São Paulo.
     


     A guia destacou alguns detalhes curiosos da tela que infelizmente na foto não são quase nada visíveis.  Um deles são as araucárias além das janelas.   Outra é à esquerda, onde todos olham para a mesa solene e um senhor de cavanhaque crisalho olha para "fora" do quadro no chamado efeito Monalisa, ou seja, quem vê o quadro em qualquer posição, parece que o personagem acompanha o expectador com a vista.
      Outro detalhe é que do lado direito tem um senhor fazendo anotações, um jornalista, quem sabe, fazendo uma matéria sobre o evento solene.      Todos os demais tem a visão na mesa solene.
     O autor era retratista do tempo em que as pessoas eram retratadas em tela por artista plástico.     Ele teria usado nesta tela a face de pessoas retratadas anteriormente formando os figurantes neste caso.       A tela teria demandado três anos de trabalho.  (1950 a 1953)

O lustre do salão contém velas no lugar de luzes.


Resultado de imagem para tela do Theodoro de Bona no Palacio Iguaçu

  Esta foto está na web no endereço: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=3120105384868253556#editor/target=post;postID=313159078652320982

    Abaixo vários ambientes do palácio, incluindo local com vista para a avenida frontal ao mesmo.
     A galeira de fotos tem desde o primeiro então Presidente da Província do Paraná e na sequência os demais já com o nome de governadores do Estado.









       




     Abaixo, na parte final da visita, fomos conhecer a sala do chamado GGI Gabinete de Gestão e Informações.    Esta sala com um aparato tecnológico muito bom oferece um isolamento para reuniões de Secretários de Estado com delegações da região e mesmo do exterior.     Foi o momento que sentamos um pouco ao final de duas horas circulando pelos salões do Palácio.    Em pé nossa Professora Letícia.     Uma das presentes é neta do governador Bento Munoz da Rocha.
















quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

PASSEIO DE TREM TURÍSTICO PELA SERRA DO MAR - CURITIBA A MORRETES-PR

     Neste mês de janeiro de 2019 fizemos num grupo de amigos, um passeio turístico de trem da companhia Serra Verde que desce a Serra do Mar num percurso lindo, nas encostas das montanhas com muito verde e paisagens de tirar o fôlego.   Fui nesse passeio pela segunda vez e nesta fomos entre velhos amigos o que tornou a viagem ainda mais agradável.
     Um pouco do que é a viagem.    O percurso é de uns 80 km e há dois tipos de trens.  Um em estilo mais convencional com vários tipos de serviços em diferentes vagões.    Outro tipo é a chamada Litorina que é como um vagão com maquinário de locomoção preparado para viagem mais exclusiva no ambiente, no serviço e nas paradas no trecho.   O preço também é diferenciado.
     Fomos no trem que tem ao redor de três categorias entre mais simples, mediana e de mais luxo.   Na mais simples, bancos revestidos de forma parecida com os de ônibus urbano e servem uma água, sendo que as demais bebidas são pagas à parte.  
     Na categoria intermediária, na qual fomos, há no combo uma água ou refrigerante e um lanchinho e uma guia que vai explicando sempre em português, os detalhes e particularidades do passeio.   As falas da guia são fundamentais porque as pessoas recebem informações da mata atlântica, um pouco da história da região e da própria ferrovia que é de 1885 e tudo o mais.    Destaco que é a mesma ferrovia que leva mercadorias ao Porto de Paranaguá e vice versa.
     A ferrovia foi feita em apenas cinco anos o que era e ainda seria uma proeza da engenharia, por cortar uma Serra tão íngreme coberta de mata, penhascos e tudo o mais.
     Voltando ao serviço de bordo.    A guia alerta um pouco antes de cada detalhe que merece uma olhada mais apurada de uma ponte, um rio, uma montanha (como o Pico Marumbi), uma casa histórica.    Sem esse alerta que às vezes é visto por frações de segundos, o turista passaria batido, não conseguiria fotografar, nem entender a importância da vista.
     Quanto ao trem no ou nos vagões de mais luxo e também na Liturina, consta que há guias bilingues, o que é fundamental para o tanto de turistas internacionais que descem a Serra do Mar.     Destaque-se que nesta região temos a maior faixa (uns 80 km) de Mata Atlântica preservada, o que é raro no Brasil.
     O passeio de descida da Serra do Mar de Curitiba a Morretes dura entre 3 e meia hora e quatro horas inclusive porque o trem faz paradas técnicas no percurso porque há no trecho os trens de carga compartilhando o trecho e todos são lentos.
     Além da Mata e das montanhas, se vê obras da engenharia como casas, pontes, túneis cavados na pedra há mais de 130 anos (parece haver treze) por onde o trem passa, além de marcos como a cruz do local onde assassinaram o Barão do Cerro Azul e também o Monumento do Cadeado (curva na forma de elo de cadeado) com um pedestal e uma santa.    No terço final da descida, de longe já se enxerga o litoral com parte do oceano e da cidade de Morretes.     As árvores de manacá da serra estão floridas nesta época em suas flores típicas de cor rosada com tons próximos do pink, passando por rosa mais suave e a cor branca.       Há também a subida da serra de trem, porém não recomendo pela demora.      Geralmente quem desce de trem retorna em Vans com ar condicionado que fazem o percurso por preço módico por estrada boa e demoram ao redor de uma hora e meia (pela BR 277 pista dupla) para retornar de Morretes a Curitiba.    Alerto que é uma alternativa interessante já contratar a Van para a volta (paga ao embarcar) ainda em Curitiba onde os agentes contratam "de boca" e entregam um boton para a pessoa usar na lapela e com esse boton o motorista da Van (lá em Morretes) já vai recebendo os visitantes e levando da estação ferroviária para o centro de Morretes.    Em seguida, combinam a hora da saida de volta e pronto.
     Há também ônibus regular que faz o percurso.     É ver os horários e não deixar para a última hora para garantir a passagem para um momento adequado.
     Um dos atrativos de Morretes que tem séculos de história e casario antigo é o prato típico chamado barreado.   Diz a guia que o prato original é feito em panela de barro onde se cozinha carne bovina em fogo brando (panela fechada com massa própria sem saida para vapor) por 12 horas seguidas.   Dizem que os antigos deixavam a carne ao molho cozinhando por 24 h.     É um ensopado de carne que é servido junto com arroz e farinha de mandioca crua e banana da terra.    O prato é saboroso e vale a pena provar.   Cachaça de banana, bala de banana e outras iguarias são destaque da culinária local.
     Caso a pessoa goste do lado histórico, há a opção de visitar também a vizinha Antonina (30 km) que igualmente tem muita história (tem porto local) e um belo casario e bons restaurantes .    A própria igreja matriz de Antonina há anos fez 300 anos de existência e é ampla e imponente.   Visitamos e gostamos.
     Em um dia daria para visitar Morretes e Antonina, mas se a pessoa for ligada em história como eu, pode ser que interesse pousar uma noite em uma das duas cidades.
     Sem dúvida, podendo voltar de carro ou Van pela famosa Estrada da Graciosa, o percurso é um passeio memorável também.    Ela é pavimentada, centenária e vai fazendo as curvas da serra, o que encanta os turistas.   Devido ao traçado da estrada, é de tráfego lento o que também é compatível com quem está passeando e contemplando as paisagens.     Muitos ciclistas sobem ou descem a serra cotidianamente e há pontos de parada para olhar dos mirantes a paisagem da Serra.
  Boa viagem!!!!     orlando_lisboa@terra.com.br      (Uso o Face também)

terça-feira, 13 de novembro de 2018

MEU PRIMEIRO CARTUM COMO CO AUTOR - JUNTO COM O BIRA DANTAS - NOVEMBRO/2018



    Eu, Orlando Lisboa, entrei com o tema, já que não sei desenhar, e o amigo virtual Bira Dantas, cartunista, criou toda a arte visual.   Adorei o trabalho do amigo Bira Dantas.  

Lado Esquerdo de Curitiba, 13 de novembro de 2018

domingo, 9 de setembro de 2018

VISITA À FEIRA DA PORCELANA, DA LOUÇA E DA CERÂMICA - EM CAMPO LARGO PR (28 EDIÇÃO) 2018

     Retornando de carro do Noroeste do Paraná, passamos por Campo Largo e sabendo que está em curso até 16-09 a Feira da Porcelana lá no Ginásio de Esportes Polentão que fica bem perto da rodovia, resolvemos visitar a Feira e também comprar alguns artigos.    
     Difícil escolher entre tantos artigos de rara beleza e qualidade, algo para levar pra casa.
     Estando lá, enquanto a esposa estava mais de olho nas novidades das porcelanas, eu dei uma geral (e gostei) e visitei o Stand da Prefeitura local onde peguei um livreto bem completo com dados do município de tem muita história desde o Brasil colonial com exploração do ouro, da erva mate, do tropeirismo e por aí afora.

Acima, fotos ilustrativas que saquei da web

     No Stand da Prefeitura, notei dois paineis com um acervo de trabalhos escolares que me chamaram muito a atenção pelo valor cultural da iniciativa.
     Escolas públicas estimularam seus alunos a pesquisarem jogos de porcelana antigos da família que muitas vezes já vem de várias gerações.     Os alunos fotografaram as peças, identificaram o colégio, o aluno e deram um breve relato do histórico das peças.    Achei a iniciativa muito louvável.   

               fotos que tirei com o celular - trabalhos de escola citados

     Curiosamente o município de Campo Largo tem um "degrau" geográfico que demarca dois deferentes planaltos do nosso estado.   Tanto que a sede do município tem a altitude parecida com a de Curitiba, ou seja, ao redor de 950 m acima do nível do mar.   Já logo ali do lado, há o distrito de São Luiz do Purunã, no vizinho município de Balsa Nova, cuja altura chega a 1.270 m e tem, mesmo num olhar pela rodovia, uma vista enorme do entorno com serra e se avista a cidade de Campo Largo no planalto abaixo.    
     Como o município fica distante menos de 30 km de Curitiba, dia destes devo ir visitar a região lá com o mapa turístico em mãos e apreciar as paisagens.    Além disso, há também por lá marcas e edificações de colonos europeus com destaque para italianos.    











sábado, 11 de agosto de 2018

 TURISMO EM PORTO SEGURO - JUNHO DE 2018

     Fomos num grupo de amigos visitar Porto Seguro fugindo do frio paranaense e um pouco do movimento das férias escolares.   Estivemos lá entre 16 e 24-06-2018.
     Locais visitados:   (vou postar as fotos num segundo momento)
Centro Histórico de Porto Seguro (sede)
Praia e Centro Histórico do distrito de Trancoso (que pertence a Porto Seguro)  - fazendo de ônibus o contorno do Vale Verde
Praia e Centro Histórico do distrito de Arraial da Ajuda que também pertence a Porto Seguro
Santa Cruz de Cabralia - centro histórico (marco do descobrimento), Feirinha dos Pataxós
Praia de Coroa Vermelha   (quando a maré é baixa, aparece areia avermelhada) - Santa Cruz de Cabralia
Praia de Santo André (Jacumã em Pataxó) ou praia do Sete a Um (local de hospedagem da Seleção Alemã) - passeio de Chalana.  Município de Santa Cruz de Cabralia-BA.
Passeio no Recife de Fora em Porto Seguro

Eu já havia feito uma matéria específica sobre a visita ao Centro Histórico de Porto Seguro e vou citar o link aqui pois a matéria saiu por engano meu no blog de fichamento de livros e palestras técnicas (agronômicas).  link: https://resenhaorlando.blogspot.com/2018/06/turismo-em-porto-seguro-bahia-brasil.html
 Foto do centro histórico de Porto Seguro com vista de parte do casario da praça
Foto de um pé de cacau com frutos no estacionamento da entrada do Centro Histórico de Porto Seguro

     TRANCOSO
     É um local histórico com praia e fica um pouco distante de Porto Seguro, mas é um Distrito deste município. (pertence a P.Seguro).
     Visitamos lá durante o dia e consta que a noite lá tem muitas opções de lazer com música e gastronomia e vários hoteis e pousadas.   Eu gosto do centro histórico, como gosto de apreciar a natureza, tanto em praias, a paisagem com as matas e tudo o mais.  
      Igreja histórica do distrito de Trancoso no centro histórico do local.
 Vista interna da igreja de Trancoso, que é um distrito do município de Porto Seguro
Vista da Praia de Trancoso a partir dos fundos da Igreja do centro histórico do distrito.


Turistas fazendo passeio a cavalo na praia de Trancoso num dia calmo de junho 2018

     VALE VERDE 
     Há um vale longo que segue do interior até o litoral em Trancoso e se trata de local de interesse ecológico e a estrada que liga Porto Seguro ao distrito citado segue contornando o vale.   Vai primeiro rumo ao interior com o belo vale à direita e depois de um bom trecho (asfalto sempre), contornado o vale em parte, retorna rumo ao litoral, já pelo outro lado do vale até chegar em Trancoso.  Para quem gosta de Natureza, a viagem já é um passeio de encher os olhos.

     ARRAIAL DA AJUDA
     O nome tem a ver com Nossa Senhora da Ajuda que é a padroeira da igreja local.   Também é um distrito histórico que pertence ao município de Porto Seguro.   Tem um belo centro histórico pequeno e muito bem cuidado onde entre os comerciantes da praça, que vendem artesanatos, se destacam os descendentes dos índios Pataxós, tribo que já se encontrava na região na época da chegada de Cabral e tal.     Destaco que o Monte Pascoal, apesar de ser visto do mar, é bem longe da costa e por isso não colocamos no roteiro porque teria que dedicar um dia todo para ir, visitar e voltar.
  Igreja Histórica de Nossa Senhora da Ajuda em Arraial da Ajuda - distrito do município de Porto Seguro


Vista interna da igreja de Nossa Senhora da Ajuda - Trancoso - Porto Seguro - Bahia.    (a primeira igreja no local data de 1549-1551)

    SANTA CRUZ DE CABRALIA
     É um município vizinho de Porto Seguro e foi onde as caravelas dos descobridores aportaram de forma pioneira no Brasil.   Há lá a praça com a Cruz símbolo do descobrimento, uma pequena capela para Nossa Senhora das Graças e um povoado no entorno.
     Tem uma igreja muito vistosa, histórica, no alto do morro no local de embarque da Chalana que faz passeio no Rio João de Tiba até a Praia de Santo André.   Vimos a igreja só à pequena distância, já que em seguida tomamos a chalana para o passeio com hora marcada.
 Acima vista parcial de Santa Cruz de Cabralia com sua igreja no alto do morro.     Vista do local de partida dos passeios de Chalana

Vista de S.Cruz de Cabralia na foz do Rio João de Tiba em frente ao porto da cidade e ao lado vista do mangue e logo do lado o encontro do rio com o mar

    Em Santa Cruz de Cabralia, cruz como marco do local onde as caravelas do descobrimento aportaram em 1500

     PRAIA DE COROA VERMELHA
     Fica em Santa Cruz de Cabralia e tem esse nome porque na maré baixa fica exposta a areia avermelhada.     O que mais nos atraiu lá (a praia em si nós não apreciamos) foi a Feirinha dos Pataxós com um calçadão ladeado de lojas de comércio artesanal com destaque para objetos em madeira, cestaria, etc.   
     Tem um local de apresentação de pequenos shows e neste vimos uma apresentação de um grupo de jovens Pataxós em traje típico e dança típica.   Serviram inclusive a quem quisesse provar (provei) o cauin, uma bebida feita de mandioca.     Alguns deles divulgam o trabalho até pelas redes sociais.
Foto de Coroa Vermelha   (esta eu saquei do google, pois a maré não estava com esse perfil no momento da visita)

     PASSEIO DE CHALANA - PRAIA DE SANTO ANDRÉ
     Para mim foi o passeio mais bonito em termos de Natureza.   No atracadouro no centro de Santa Cruz de Cabralia tomamos a chalana que tem capacidade em torno de 300 pessoas com conforto e música e animação ao vivo, além de serviço de bar.    A chalana navega pela foz do rio João de Tiba por entre pequenas ilhas cercadas de manguezais e se enxerga o mar logo na proximidade com seus recifes e as ondas quebrando no encontro do rio com o mar.        
     Visitamos a Praia de Santo André que tem o nome indígena de Praia do Jacumã.  É um local primitivo, com pouca estrutura e um serviço de lanchonete meio improvisado mas dá para se virar, apesar de não ter WC por perto.    Tem que fazer antes um pit stop no WC da chalana então...
     A praia foi frequentada pela Seleção Alemã na copa de triste lembrança por nós todos.   Consta que eles escolheram o local, construiram o hotel, lá se hospedaram e depois teriam deixado como um pequeno legado.    Assim a Praia de Santo André também tem o apelido de Praia do Sete a Um.
     Na volta da chalana, dentro do previsto, almoçamos a meio caminho no restaurante Ilha do Sol que tem uma boa estrutura inclusive com produtos (doces, licores, etc) locais.


No retorno do passeio de chalana, parada para almoço no restaurante Ilha do Sol com direito a passar por uma passarela acima do mangue.    É um espetáculo ver a natureza preservada na região.


 Em Santa Cruz de Cabralia, vista de dentro da chalana no percurso pela foz do Rio João de Tiba rumo à praia de Santo André.    Vista do rio, da vegetação e do mar logo ao lado.

      RECIFE DE FORA
     É um conjunto de piscinas naturais (parque ecológico) com controle de entrada e locais demarcados para os turistas circularem para não danificar a fauna e flora local.   Na maré baixa, aflora o conjunto que fica a uns 7 km da costa e do local se avista a orla de Porto Seguro.    Na maré baixa dá para andar pelos recifes muito recomendado (eles até alugam) um calçado emborrachado para as pessoas não ferirem os pés nos recifes e mesmo não escorregarem.  Acesso a verdadeiras piscinas naturais com água pela cintura e até um fotógrafo profissional que costuma fazer fotos dos que se interessam.   Ele tem uma pequena ração que atrai peixinhos que ajudam a enfeitar o ambiente das fotos.   
     É um belo passeio e o horário depende da maré e se recomenda consultar isso com antecedência.  
     O acesso aos recifes é em barco de médio porte com boias salva-vidas á bordo.

 foto de Recife de Fora.    Não tiramos fotos lá por proteção do material fotográfico.   Fotos para lembrança, fizemos com o fotógrafo do local (que atende os grupos).    Esta foto foi sacada do google para ilustrar o local.