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quarta-feira, 30 de junho de 2010

UM RESUMO DO QUE VIMOS EM NOVA IORQUE



Ao chegar de volta da viagem, minha internet resolveu sair em férias. Felizmente restabeleci o contato com o mundo virtual, pelo qual faço contato com pessoas de carne e osso que acessam o blog. Nos vinte e um dias de passeio pelos USA, visitamos Orlando (só vimos o parque da Disney) por dois dias, Miami por um dia e NY por quatro dias. Em NY compramos antecipadamente um pacote para subir no edifício Empire State que após a queda das Torres Gêmeas, é o ponto mais alto da cidade, andar dois dias no ônibus de dois andares com vista panorâmica para o city tour, fazendo o roteiro da cidade e o passeio de barco até a Estátua da Liberdade.
Visitamos o Central Park, que é enorme e muito lindo. Nele tem uma arte em cerâmica no chão da calçada, em homenagem ao J.Lennon, que morava bem ali do lado do Central Park. Visitamos o museu Metropolitan de NY (onde estava por um tempo em exposição uma infinidade de telas de Picasso). Fizemos o passeio de barco até a Estátua da Liberdade. Andamos pela famosa Times Square, onde ficam várias casas de espetáculo e muita gente por ali, esperando para comprar ingressos antecipados, tirar fotos e tudo o mais.
Andamos pela Quinta Avenida e arredores. Visitamos a Catedral de Saint Patrick, que é muito bonita e majestosa.
Visitamos o local onde havia as Torres Gêmeas e onde está em construção o prédio-monumento em homenagem aos que morreram no atentado. Visitamos Wall Street e tiramos foto junto ao monumento em bronze que representa o touro, símbolo de sorte em termos financeiros por lá. Tiramos fotos e vamos conferir a sorte. Estar lá, já acho uma sorte até!
Andamos um trecho a pé e caminhamos até uma das pontes que liga NY a N Jersey. A ponte é espetacular, de ferro e enorme, com aqueles cabos de aço de suporte. Aparece em muitos filmes.
Passamos no Hard Rock Café e compramos até umas lembrancinhas de lá, que ninguém é de ferro.
Andamos nos taxis amarelinhos de lá. Há deles por todo lado, já que no centro fica difícil entrar de carro, pois os estacionamentos são raros e muito caros. Transporte por lá é de metrô, principalmente.
Voltemos ao assunto mais tarde. Abraço aos leitores.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

VISITANDO A DISNEY... EM QUALQUER IDADE


Da cidade onde estamos hospedados, a cidade de Orlando, onde ficam os Parques da Disney, a distancia eh de aproximadamente 220 milhas que corresponde a aproximadamente 360 km. de estradas boas com pedagio barato. Fomos de carro num dia bem cedo, no sabado, para ficar na Disney ateh a noite para poder ver inclusive o desfile dos personagens na noite, o Castelo iluminado com cores variadas e a queima de fogos.
Depois de tudo isso, caminhando pelo Parque das 10.30 ateh 22.30 horas, saimos de la para o Hotel, passando antes por um restaurante para o jantar meio tarde. Num dia como esse, todo gas eh pouco!!! Mas vale a pena.
No domingo, levantamos meio quebrados de cansados, mas tivemos a coragem de fazer um city tour em Orlando, afinal a cidade leva o meu nome e eh famosa. Estacionamos o carro na Avenida International e saimos caminhar, ver lojas, tirar fotos. O que de mais exotico vimos lah, foi o predio que eh feito como um predio invertido e torto, como se fosse caido sobre um outro predio baixo. Janelas invertidas, calcada invertida, coqueiros e jardim invertidos. Gente tirando foto direto.
No dia que fomos na Disney, casualmente havia um enorme grupo gay, numa excursao organizada, todos com camiseta vermelha e alguns jah com o chapeuzinho do Mickey na cabeca. Quebraram a rotina dos turistas.
Nos andamos em todos os brinquedos possiveis, visitamos os teatros onde os personagens se apresentam, visitamos a Casa da Minie, onde tiramos fotos com ela e o Mickey. Em frente ao Castelo, ha uma pracinha onde de manha ha um desfile de abertura com os personagens e no fim da noite ha outro desfile de encerramento do dia, com os carros alegoricos muito iluminados. Tudo muito bonito. Valeu a pena o passeio.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

PRIMEIRAS IMPRESSOES DOS USA


Antes do mais, estou teclando num computador que nao esta configurado para a acentuacao grafica em portugues. Entao, acento fica para outra ocasiao. Chegamos aqui no domingo passado, dia 30-05-10 em visita a parentes e para um passeio em ferias, por uns 20 dias. Nosso ponto de visita fica na cidade de Coconut Creek, que fica no sul da Florida, regiao praiana. Por aqui estah iniciando o calor e ja passa dos 25 graus na sombra. Por volta de agosto aqui devera estar quente pacas. A cidade aqui eh muito plana por ficar na planicie litoranea. Muitos lagos por aqui. Estradas de alta qualidade, bem sinalizadas e munida de pedagios. Alguem tem que pagar a conta. Aqui a placa Pare na cidade quer dizer pare mesmo!!! Se um pedestre ameaca atravessar as ruas no bairro, o carro que vem para.
Carros da policia geralmente estao identificados com o letreiro indicando Xeriff. Tem policia com frequencia pelas ruas.
Muita gente por aqui mora em condominios com muita grama, muitas arvores, coqueiros mil, tudo muito bem cuidado. E por aqui tem muitos lagos entre os condominios, com direito a peixes, aves aquaticas e muito sossego. Um bom lugar para passar ferias na casa do parente. Azar do parente!!!
Nos condominios, os carros ficam estacionados geralmente em frente aas casas dos moradores. Nao ha problema de seguranca.
Por hoje, ficaremos por aqui. Estamos programando dois passeios nos proximos fins de semana, um para a Disney e outro para NY, que fica ha tres horas de voo daqui do sul. Abracos a todos.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

MUNDO CÃO NA CLASSE MÉDIA - DEU NA TV


Neste mundão de Deus acontece cada uma que se ouvirmos um desavisado contando, fica duro de acreditar. Mas de vez em quando um caso inusitado vai parar na TV e no caso, estou falando da Globo. No dia 02-05-01 saiu uma notícia curiosa no Jornal Hoje. A justiça tinha dado uma sentença contra um jovem que mantinha um cão feroz em seu apartamento em Belo Horizonte. O cão era de uma raça norte americana com fama de ser feroz tipo Pit Bull ou mais, se é que pode haver mais.
Na sentença, o juiz determinava que o rapaz arranjasse outro lugar para seu cão, que não fosse no apartamento, pois os vizinhos estavam em polvorosa e já fazia tempo. Conversas amigáveis não tinham dado resultado e o pessoal foi buscar na justiça os direitos. Multa diária pesada ao infrator, se não cumprisse a decisão da justiça.
A reportagem foi conferir o fato e conversar com o dono do cão e seus vizinhos em polvorosa.
Eis que o rapaz deu sua justificativa. O cão, que veio dos USA, apesar da raça ser feroz, era um animal dócil. Só tinha um detalhe. Obedecia o dono, desde que os comandos fossem em Inglês. Simples assim, uai!

Foto do site: i68.photobucket.com/.../550_1064926.jpg

segunda-feira, 10 de maio de 2010

DESTRINCHANDO O CADERNINHO CULTURAL

***
Às pessoas do meu convívio, prosa que sou, costumo dizer que gosto da cultura de modo geral e da leitura em particular. Tanto que da leitura resolvi com o tempo dar uns pitacos rabiscando uns textos aqui e outros acolá, de vez em quando. A partir de julho de 1994, resolvi fazer umas anotações sobre os livros que eu lia, destacando com as minhas palavras, aquilo que mais me chamou a atenção na obra. Para tanto, a cada livro que leio, tenho na mão uma lapiseira e papel pautado para anotação. Ao fim da leitura, faço meus apontamentos no caderno específico para isso, sendo que já estou no sexto caderno de 96 folhas capa dura, que são do tamanho de um livro pois se fosse no tamanho de caderno universitário, ficaria meio desproporcional no meio dos livros. Livros que estão devidamente catalogados dentro do padrão de biblioteca. São mais de novecentos livros e se não forem catalogados, quando precisamos de um dos tais, ficaria difícil achar a agulha no palheiro. Dá um pouco de trabalho, mas hobby não é trabalho e não aborrece.
Abrindo o tal caderninho, está lá no volume V, páginas 10 a 12, os comentários do livro As Mentiras que os Homens Contam, de Luis Fernando Veríssimo - Editora Objetiva - RJ - 2001, 166 páginas. Li a obra em fevereiro de 2005.
O autor é um cara pra cima, como se diz no popular. Escreve divinamente bem e seus textos são sempre geniais e bem humorados. Contos curtos, em geral de um par de páginas mais ou menos. Os textos são engraçados, mas no fundo, sempre revelam detalhes do comportamento humano, dos tais macaquinhos no sótão das pessoas, como diria mestre Ziraldo.
Um dos contos do livro, denominado "A Aliança" é uma dessas pérolas da literatura. O protagonista casado, meio paquerador, está sob suspeita perante a esposa que está de olho. Um dia, ao vir do trabalho, fura o pneu do carro numa rua super movimentada da metrópole. Ele tira a aliança para evitar sujar ou amassar na troca do pneu e algo acontece com a aliança. Tudo se desenrola de forma inusitada na sequência dos fatos até chegar em casa e encarar a barra. É ler para crer.
Em "A Mentira", velhos amigos que não se encontravam a tempos, um dia se falam ao telefone e um deles tenta marcar um jantar entre si e esposas. O outro, não querendo cumprir a programação, resolve dar a desculpa de que está doente. O amigo, preocupado, resolve então ali no telefone, que irá visitar o amigo doente em casa. Sucessivas mentiras são contadas para encobrir as anteriores e entra na parada médico, hospital, coisa e tal. Tentou enrolar o amigo e ficou mais enrolado que cordão de franciscano.
Para encurtar a prosa, tem o conto "Brincadeira". O cara resolve ligar para o amigo e usar uma estratégia arrasadora: diz - estou sabendo de tudo... O outro (quem não tem alguma culpinha em cartório) fica em polvorosa. Isto tudo, sem o provocador estar sabendo de nada. Era invenção o seu "sabendo de tudo..." mas deixou o amigo a mil graus de temperatura. Daquelas de derreter as caspas.
Ler é muito bom, inclusive para manter o humor e muito mais. Recomendo.
*** Foto acima destacada de www.fotolivro.com.br

segunda-feira, 3 de maio de 2010

TROTES DE BANCÁRIO - DO PASSADO

Vendo na matéria anterior uma foto da maquininha de calcular Facit que é um equipamento mecânico, movido à força humana, me lembrei de um trote básico para algum office boy caido de para-quedas na vida de bancário no tempo da Facit. Sempre tinha alguém veterano para pedir ao estagiário que desse "corda" na alavanquinha da Facit para carregar... E o desavisado (estagiário sofre) ficava lá um tempinho girando a alavanquinha por nada... pura sacanagem.
Havia também fitas de máquinas autenticadoras que eram especiais para permitir cópia. Essas fitas eram roxas e soltavam uma tinta danada. Também não faltava alguém para fazer o estagiário lavar a fita, o que resultava num borrão violeta que não acabava mais.
Por estas e tantas outras, uma porção de colegas tem escrito vários livros com contos de muitas épocas e lugares, relatando episódios envolvendo bancários. Um dos livros é o Miolo de Pote, cujo autor nordestino não me ocorre o nome no momento. Ótimo livro do cabra nordestino. Também li Essa Gente Muito Doida, do Tonhão, que foi do CESEC de Criciuma - SC. Boas gargalhadas estão garantidas nestas obras, principalmente para quem militou no ramo.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

PORQUE MUITOS NÚMEROS CONTÉM "DÍGITOS"


Não vou repetir que sou 5.9 e que já era bancário (estou no terceiro do ramo em 38 no ofício) no ano de 1968. Lá pelo ano 70 começaram a pintar os computadores a serviço dos bancos. Veja que eu disse "a serviço" dos bancos, porque no início eram equipamentos caros, enormes, que precisavam de ar condicionado a 19 graus (como nos locais frios de origem no hemisfério norte) e eram fracos de memória.
Os bancos criaram Centros de Processamentos de Dados e nesses centros ficavam os computadores que "falavam" um idioma muito diferente do nosso. Havia a linguagem da máquina, com programas com nomes esquisitos (Foltran?, Cobol,.... grego!). O banco em que eu trabalhava, nas agências continuavam imperando as máquinas de datilografia e as calculadoras, incluindo a curiosa Facit, com a alavanquinha "de dar corda" para calcular. Era uma maquininha cem por cento mecânica, movida a energia humana, mas era resistente que só.
Nesses primeiros tempos, o banco em que eu trabalhava, não sendo grande, pagava uma empresa terceirizada, especializada em computadores. Os documentos gerados no movimento do dia, seguiam no fim do expediente por malote direto ao Centro de Processamento de Dados (CPD) da terceirizada que lançava tudo e no outro dia vinham as listagens atualizadas.
Vamos ao assunto da pauta: Convivemos de longa data com números como 128496-7, sendo o sete chamado de DV dígito verificador. Este "digito verificador" nasceu pela necessidade de evitar que alguém invente um número (por exemplo, de uma conta de crédito) e passe o tal número para frente. Quando o DV foi criado, este foi programado para ser o resultado de um cálculo que o computador faz com cada número que tem dígito, para ver se todos os algarismos do mesmo estão corretos. Se errarmos um dos algarismos, nesse cálculo dá um dígito diferente do DV programado e o computador acusa: O número está incorreto. Então vemos que o sistema foi programado para dar segurança às pessoas em suas transações comerciais.
Quando se trata de lidar com valores, toda segurança é pouca.
Foto do site www.ibiubi.com.br