Total de visualizações de página

Translate

terça-feira, 11 de outubro de 2011

DOZE DE OUTUBRO - DIA DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO

                                                                            (acima - nosso símbolo)    
  No fim de semana que passou, fui até Piracicaba-SP para comemorar os 35 anos de formatura na ESALQ-USP.     Temos uma associação de ex-alunos que providencia todo ano uma festa super bem produzida para um público de quase duas mil pessoas que participam por adesão.    As turmas que completam quinquênios participam da festa que também é aberta para quem não está completando quinquênio.    As turmas mais homenageadas são sempre as do Jubileu de Prata (25 anos) e de Ouro (50 anos).     Minha turma (1976) celebrou em dois momentos, sendo na sexta passada, um jantar só da turma nossa na Rua do Porto.   No sábado, participamos junto com as demais turmas dos quinquênios.   Foi uma festa muito animada, quando a gente encontra colegas que há tempos não vemos, sempre havendo muita prosa para colocar em dia.   
     Como no dia 12 comemoramos o Dia do Engenheiro Agrônomo, deixo aqui um forte abraço a todos os colegas de grau!   Abração - Saudações Agronômicas.          orlando_lisboa@terra.com.br

SHOW DOS MÉDICOS - MÚSICAS DE RITA LEE


                                                 Cartaz de: www.maringacvb.com.br/eventos.php

     Tenho ido assistir aos Shows anuais do Grupo Plantão Musical, composto por médicos da nossa cidade de Maringá.    Os ensaios no passado estariam mais ligados ao lazer do grupo, como forma de se livrar do estresse do dia-a-dia.     Quem ensaia, um dia está afinado e resolve soltar a voz para a platéia e foi o que aconteceu certa vez.    Nos primeiros tempos o show nem tinha a expectativa de um grande público, mas a qualidade da apresentação foi seguindo uma ascendente e atualmente lota o Teatro Marista que tem mais de setecentas poltronas.   Lota durante os dois dias do show.    Neste ano, como informa o cartaz acima, o evento ocorrerá nos dias 14 e 15-10-2011.    O ingresso deve ser providenciado de forma antecipada e custa 3 litros de leite longa vida para doação a entidades assistenciais de Maringá.
     É bom ir logo atrás dos ingressos, porque a procura tem sido grande e o show promete.    Hoje nós passamos lá na Sociedade Médica que fica pertinho do Hospital Paraná e estamos com os ingressos em mãos.     Fica dado o recado para a galera que curte música de qualidade e um show ao vivo.  

                     orlando_lisboa@terra.com.br                (também estamos no Facebook)

sábado, 1 de outubro de 2011

BRASILEIRO SE RECICLANDO NA AUSTRÁLIA

                                 foto do site www.yesaustralia.com

          Dias atrás eu estava dando uma navegada por mares distantes.   Um bom leitor sabe que uma forma fácil, barata e segura de viajar é pegar um bom livro e ler.   Para quem gosta, é um prazer.     Hoje a TV e mesmo a internet tiram um pouco do tempo de lazer das pessoas, que fazem até exercícios de menos e socialização de fato, presencial, de menos também.    Estes são os dias de hoje e nos resta administrar nosso tempo não só de trabalho, como também de lazer e socialização.
      A viagem pela leitura tem virtudes muitas como já citamos, mas uma viagem de fato também é muito atrativa.    Tanto que eu tenho feito minhas viagens nas férias e alguns episódios desses tenho inclusive colocado neste blog.   Não há dúvida que no cenário internacional, alguns sonhos de consumo em termos de viagem de lazer incluem a grande Barreira de Corais que eu penso que é um dos maiores monumentos da natureza.   Tem também muralhas da China, Templos de Kioto, Terra Santa, Niagara Falls, Pirâmides do Egito, Monumentos da Grécia antiga e muito mais.
     Ando de tapas e beijos com um curso de Inglês (aos 61 anos) e um dos objetivos é ver se consigo fazer algumas viagens na nova fase como aposentado, que não está distante.    Por acaso, noto que principalmente estudantes do Brasil, quando querem fazer uma imersão no idioma Inglês num ambiente mais radical, por assim dizer, optam por lugares como a Austrália que fica numa faixa Tropical e por isso tem um clima assemelhado ao nosso, até certo ponto.    Lá é o berço do eucalipto que tão bem se aclimatou no Brasil.    Quem sabe, um dia uma esticadinha até a terra dos cangurus e muito, mas muito mais...

                                      orlando_lisboa@terra.com.br

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

OUVIR OS ESCRITORES... BOM TAMBÉM!!!!

     O SESC é pródigo em nos propiciar momentos agradáveis como estes, em que os escritores da região e de mais longe nos visitam para um bate papo muito agradável e criativo com o público.    Vou aqui citar dois casos, pois tem de certa forma algo de semelhante no detalhe do ponto de vista.
     Um dia estava nos visitando o Domingos Pelegrini, escritor e jornalista londrinense.    Disse que quando era criança, lá pelos seis anos, visitou o Maringá Velho, bairro aqui de Maringá, lá pelos idos de "cinquenta e pouco" quando aqui era pouco mais que uma vila de Mandaguari, com um pouco de exagero da minha parte.   E ele notou que no comércio lotado onde o pai conversava com algumas pessoas, da altura dos seus seis anos, enxergando as pessoas na altura da cintura dos adultos, percebeu que praticamente todos os marmanjos ali portavam um revolver na cintura.       Ele ficou abismado com aquilo.    Mal chegou em casa em Londrina e perguntou para o pai porque ele não usava revolver, já que todo mundo que ele viu usava.    Criança é observadora.     O escritor sempre tem um olhar mais detalhado para o mundo ao seu redor - desde criança!
     Um dia mais recente, novamente no SESC Maringá, estavam presentes num evento de literatura os escritores Fabricio Carpinejar e Alice Ruiz, esta que é poeta e também tem feito muitas letras de música e já foi e esposa do poeta Paulo Leminski.        No meio da prosa, sobre o senso de observação do escritor, ele citou o caso de um parente que esteve como preso político no passado no Norte do Brasil.    Disse que o preso ficou mais de um ano num quase calabouço, com o teto pouco acima do solo e podia ver uma fresta da rua.    Por essa fresta, por todo o tempo de prisão, só conseguia ver os pés e os sapatos das pessoas que por lá passavam.     Foi "estudando" o perfil de cada um.    O apressado, o indeciso, o relaxado e por aí vai.  
     Pois bem.   São dois fatos do passado, inusitados, vistos com um olhar de observador.      Achei interessante.  
                                                 orlando_lisboa@terra.com.br

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A HISTÓRIA SE REPETE, INCLUSIVE NA POLÍTICA...

    

Um belo dia eu já devo ter tocado no assunto de como era um computador no meu tempo de universidade (USP) em Piracicaba dos anos setenta.   Lá, entidade de vanguarda, já tinha um reator nuclear em funcionamento e um computador para pesquisa.  Era tão grande que precisava de uma sala só para ele e a temperatura tinha que ser 19 graus (no ar condicionado) para climatizar o ambiente para a tal máquina.   Nesse tempo muitos resultados do computador saiam em "cartões".    Cartões com perfurações.      Agora vamos ao tempo um da nossa historinha:   Ditadura militar, governos nomeados entre os generais, os tais reunidos para escolher mais um.  Diz a lenda que botaram vários requisitos do "candidato" e teriam colocado num computador desses de cartão e a máquina rodou, rodou e no resultado:  nenhum general com tantos requisitos para ser o presidente do Brasil.
     Os generais vão retirando requisitos e consultam a máquina e outras negativas.  Até que ficam de saco cheio e botam lá:   Diacho, ao menos que o cara seja honesto...   A máquina rodou, rodou, rodou e soltou o cartão com esta:   O que mais se assemelha ao que foi requisitado é o Ernesto.   E assim teriam, segundo a lenda, escolhido um tal de Ernesto Geisel.   
     Cena dois:   no Brasil atual, eis que vários ministros andaram pisando na bola ou - como se diz em Piracicaba - norderam a chumbada e misturaram a grana pública com a grana privada.  E deu caca.    Tiveram que puxar a cordinha e defenestrar (botar pela janela) os ministros safados.    Ontem sai num importante Portal de notícias que o PMDB indicou mais de 50 nomes para que a nossa presidente (ou presidenta, como queiram!) escolha um nome para a pasta do Turismo, já que o velho malaco que cuidava da pasta também mordeu a chumbada.       Diz que estão para escolher um da lista "que tenha a ficha limpa", ou seja, mesmo que não tenha outros requisitos para o cargo de ministro.   Basta que seja "honesto".    Então a coisa empata com aquela antigona quando escolheram o raio do Ernesto...

sábado, 10 de setembro de 2011

O CORDEL NORDESTINO - XILOGRAVURA - FORTALEZA - CE


Foto de Orlando L.de Almeida (com celular)



   Eu sempre gostei da cultura nordestina e já li alguns livrinhos de trovas em Cordel.   E um dia ganhei um livro de uma amiga, livro chamado Violeiros e Cantadores, do folclorista Câmara Cascudo, no qual ele documenta muitas trovas e trovadores do cordel nordestino.      A expressão cordel vem do fato de que os autores das trovas vendiam os livrinhos principalmente em feiras e esticavam um cordel para pendurar os mesmos.
     Entre os mais renomados personagens das trovas nordestinas do tempo do auge dos repentistas, destaque para  Cego Aderaldo e Inácio da Catingueira.
      Pois bem.   Visitando Fortaleza-CE, além de curtir as belas praias, andei em busca do cordel e comprei três livrinhos, um deles contando a história do herói cearense Dragão do Mar.     O Centro de Cultura Dragão do Mar, que visitamos, tem muito da cultura do povo local e é um belo e amplo conjunto arquitetônico.   Com direito até a um bem montado Planetário, no qual assistimos uma bela seção exibida com aparelho Zeiss (alemão) de última geração.   Uma verdadeira viagem virtual pelo universo.
Voltando ao cordel.     As revistinhas de cordel sempre foram ilustradas na capa com desenhos geralmente em tinta preta, usando a técnica da Xilogravura, na qual se faz uma matriz em madeira, entalhada em baixo relevo, ficando a parte plana responsável por dar as formas nas figuras que se quer no impresso.
Visitando um prédio histórico que já foi uma cadeia, onde hoje é uma verdadeira feira de artesanato local, numa loja de camisetas, vi a plaquinha acima que é uma matriz para xilogravura.   Registrei na câmera do celular para guardar de recordação.    Tudo isso faz parte da arte daquele povo que tem uma forte identidade rica em peculiaridades.      Muito dez!

orlando_lisboa@terra.com.br