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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

VIAGEM A CALDAS NOVAS - GO - AGOSTO/17

 Saindo do frio de 13 graus de Curitiba, rumo às termas de Caldas Novas GO, local que há tempos tinhamos vontade de ir conhecer e desta vez surgiu a oportunidade.   Fomos em dois casais.   Voo até Goiânia e de lá, carro locado para os cinco dias dos passeios.  Foi uma decisão acertada, assim como foi de colocar mais de um motorista vinculado à locação do carro. (190 km Goiânia - C.Novas)
     Um resumo do que vimos por lá, sendo que nos hospedamos num hotel bem no centro da cidade de Caldas Novas que tem ao redor de 70.000 habitantes (IBGE 2010).
     Usamos o parque aquático do próprio complexo hoteleiro no qual ficamos e constatamos que há muitos outros parques vinculados a hoteis e resorts por lá.    Local ao lado da Serra, altitude em torno de 1.000 m acima do mar e fontes naturais de água quente do rio e de certos poços artesianos perfurados por lá.
     Visitamos :
     > Jardim Japonês
     > Casarão dos Gonzaga (de 1907), 
     >Lagoa Quente
     >Hot Park em Rio Quente (30 km afastado de Caldas Novas),
     > Feira do Luar (nortuna)  comidas típicas, artesanatos, etc.,
     > Igreja de N.Sra. de Salete
     >Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores,  data de 1850.
     Isto entre uma sexta à tardinha e uma segunda feira.  Na terça, dia da volta à noite, voltamos para Goiânia e de lá fomos para a vizinha Trindade-GO, cidade pequena e consagrada pelo turismo religioso católico que faz romarias à 
     > Igreja do Divino Pai Eterno.    Esta visita encerrou nosso passeio pela região.    (templo antigo e o mais moderno e maior)
     Seguem abaixo mais seis capítulos sobre a viagem em si.


VI - VIAGEM A CALDAS NOVAS GO - AGOSTO/17

    PASSEIO POR TRINDADE-GO -   BASÍLICA DO DIVINO PAI ETERNO  

     No retorno do passeio por Caldas Novas e Rio Quente, como programado, deixamos um dia para visitar no trecho as igrejas dedicadas ao Divino Pai Eterno na antiga cidade de Trindade que fica há 30 km de Goiânia.
     A TV e a internet tem disseminado há anos aquela cidade que recebe romarias de católicos de todas as partes do País durante o ano todo.      A cidade é pequena, mas bem organizada.    O curioso é que a estrada que dá acesso ao município é asfalto de boa qualidade, só que pista simples e TODA com faixas contínuas de cabo a rabo.   Ao que consta, em regiões de reta onde se tem visão, a sinalização de solo deveria  permitir ultrapassagem nos lugares adequados mas lá não tem dessa.   Na reta ou na curva, tudo 100% fila indiana, um veículo atrás do outro e se o da frente for um caminhão carregado e a 48 por hora...
     Visitamos duas igrejas, sendo a atual basílica um prédio de umas quatro décadas em forma de cruz com uma cúpula no meio e o altar fica ao centro da cruz, meio como ocorre com a Basílica de N.Sra.Aparecida em SP.    Uma bela igreja até em seu aspecto arquitetônico.
     Visitamos em seguida a antiga igreja matriz, ainda em funcionamento, prédio de 1912, também dedicada ao Divino Pai Eterno.     A primeira tem o porte e a beleza da modernidade e a outra a beleza da tradição.
     Estando na Basílica se avista há uns 3 km ou pouco menos, num ponto alto adjacente à cidade, a construção que está na fase de alicerce e que será uma igreja ainda maior para ser a nova Basílica.   Uma obra de vulto e que deve demorar alguns anos para ficar pronta.
     Vamos às fotos:





                                         Abaixo a antiga Matriz do Divino Pai Eterno em Trindade - GO
                                                  igreja de 1912 - em atividade

                            Ver abaixo o detalhe do teto da Igreja Matriz datada de 1912

V VIAGEM A CALDAS NOVAS - GO - AGO/17

     VISITA AO HOT PARK - EM RIO QUENTE
    VISITA À LAGOA QUENTE - CALDAS NOVAS

     O Rio Quente, onde fica um belo parque aquático fica distante 30 km por asfalto a partir da cidade de Caldas Novas-GO.    Tínhamos a recomendação de visitar o local como sendo o ponto alto do passeio pelas termas da região.  Assim fizemos.
       Compramos ingressos antecipados (R$.100,00 por pessoa) e partimos para lá num percurso de uns 30 minutos, já que o asfalto é regular mas o trânsito por lá merece cuidado pois o pessoal não respeita muito os limites de velocidade.
     A pequena viagem até o Hot Park é um belo passeio já que se corta uma região de Cerrado com a mata nativa e ao lado se avista a Serra, ao pé da qual ficam Caldas Novas e também o Rio Quente e seu Hot Park.
     No Hot Park realmente está o melhor do passeio ao nosso ver.   Piscinas abastecidas por águas quentes naturais, umas com ondas, outras com piso em pedregulhos, outras com aqua-bar, vários tobogans, descidas com boias, lago para passeio de caiaque, uma tirolesa bem grande para os mais radicais e até mergulho na água cristalina do Rio Quente, num local represado onde há pirarucus (peixe da amazônia lá introduzidos) de até 1 m de comprimento e  tambaquis, peixes de certo porte que são vistos nadando por perto já que os mergulhadores oferecem ração aos mesmos.    
     Nem sei nadar mas levei um snorkel para flutuação e valeu a pena conseguir ficar boiando sobre a água cristalina vendo o fundo da piscina.      No lugar onde ficam os peixes só era permitido o mergulho com os monitores e eles vão mais fundo e optei por ver os peixes (de muito perto) de dentro do caiaque que aluguei para um passeio no lago.   





       Fotos de Orlando Lisboa de Almeida -   pela ordem:  tambaqui, pirarucu, piscina e serra.

     
          VISITA À LAGOA QUENTE

        Constava como um dos lugares mais belos da região, que fica há 6 km de Caldas Novas, mas não havia detalhe de horário, preço, nem infraestrutura no local da internet que visitamos.   Pegamos o carro já num final de tarde e fomos, que era perto pelas placas.   Chegando lá, uma bilheteria maior do que essas dos grandes pedágios.    Era quase hora de fechar o acesso ao público do dia e o ingresso era R$.100,00 por pessoa.      Se nós tivéssemos essa informação em mãos, nem colocaríamos o carro na estrada porque no tempo que tínhamos lá era, na parte de piscinas, para ficar no parque aquático do hotel na cidade e um dia no Hot Park onde a referência era boa e sabíamos de preço de ingresso e horário de visitação.   Em resumo:   Nessa da Lagoa Quente, demos com a cara na porta.






IV - VIAGEM A CALDAS NOVAS - GO - AGO/17

       VISITA AO CASARÃO DOS GONZAGAS - CASA DE APOIO AO ARTESÃO &
                       VISITA À IGREJA DE NOSSA SENHORA DE SALETE
                                   VISITA À MATRIZ DE NOSSA SENHORA DAS DORES  (de 1850)

     Antes de ir a Caldas Novas, consultei rapidamente na internet os principais pontos turísticos da cidade e dentre estes se encontram os temas acima.
       CASARÃO DOS GONZAGAS  (de 1908) -   Consta que lá funciona um Centro de Apoio aos artesãos e colocamos no nosso roteiro.    Fica na região próxima ao centro da cidade e colocamos no navegador do celular e partimos de carro chegando logo em seguida, pelas 16.30 h.      No folheto que tenho, diz que o local é aberto ao público de terça a domingo das 9 h as 21 h.    Chegamos lá no domingo pelas 16.30 h e estava fechado.  No quintal do Casarão tem um galpão e estava havendo um baile popular vespertino.   Ou seja:   perdemos a viagem e sobrou um lamento e tiramos umas fotos do prédio histórico ao menos para guardar de lembrança.    Vida de turista por aqui tem dessas coisas.

                                                         Foto:   Sonia Forsetto

                                IGREJA NOSSA SENHORA DE SALETE
   
     A igreja primeiramente foi feita na encosta da Serra que margeia a cidade e era pequena.   Agora está em fase de acabamento o novo prédio da igreja que é bastante espaçoso e moderno e está na fase de acabamento.    O piso está para ser iniciado o revestimento com pedras de granito.   
     Visitamos o altar provisório da igreja que tem uma imagem de uns 60 cm de altura e consta numa plaquinha que a mesma foi doada por um garoto devoto de Seattle - USA em 2005 por alguma graça recebida da santa.

     A igreja fica com acesso por asfalto a uns 3 km do centro da cidade de Caldas Novas e do local se enxerga a cidade numa visão panorâmica.    Vegetação de Cerrado em todo o entorno da igreja.


             Fotos:   Sonia Forsetto          (esta imagem não é a que foi doada e citada acima no texto)


                                        MATRIZ DE NOSSA SENHORA DAS DORES    (de 1850)

     Fica no centro da cidade e na construção há paredes em alvenaria e no lugar das vigas, há estruturas em madeira de lei entalhadas no passado sem uso de serra.   São madeiras esculpidas com machado até tomarem as formas desejadas na construção e o processo costuma também ser chamado de madeira lavrada.


                                                 Fotos sacadas do Google.   Só registramos em celular
     Em duas igrejas da região notei um sistema de travas perto da cumeeira do teto que não via em outras construções antigas.     Olhando para o teto da igreja na foto interna dá para ver as travas de madeira de lei.








III - VIAGEM A CALDAS NOVAS (GO) AGO/17

     VISITA AO JARDIM JAPONÊS    E CASA DE UM PIONEIRO (MINI MUSEU)

     O Jardim Japonês fica encravado numa área particular de empresa imobiliária que tem loteamentos e condomínios na cidade.    É pequeno e tem seus detalhes.   É cobrado um pequeno valor (ao redor de R$.5,00) por pessoa para visitar o local, visita que pode ser feita em meia hora com folga. 
     O local fica na entrada da cidade, na chegada a  Caldas Novas, uns mil metros antes do centro da cidade, no perímetro urbano.
     Quem já conhece alguns outros Jardins Japoneses (no Paraná a colônia é forte e tem vários jardins do tipo) percebe as diferenças.   Lá com clima seco no inverno, a famosa grama rasteira e aqueles pinheiros ornamentais não estão presentes.     Em compensação, o jardim se mescla com algumas árvores típicas da região ou mesmo de outras regiões.   Um pé de falsa seringueira que lá chamam de gameleira.   Um frondoso pé de tamburi e os destaques (ao meu ver), pés novos de bacuri, que é um tipo de coqueiro da região.    Os pés de bacuri novos com seus cachos que chegam a arrastar no chão dão um efeito muito bonito.
     Há no tema do jardim um lago pequeno com chafariz, uma ponte típica curvada para pedestres, um mini pagode japonês e uma elevação pequena feita em pedras com escada de 12 degraus com pequena fonte de água ao lado, que tem uma simbologia como os demais itens do jardim.
     Dois guias informais com câmeras fotográficas se apresentam para orientar os turistas sobre o significado de cada item do jardim, tiram fotos e as vendem no final da visita, sendo esta a forma de remuneração das mesmas pelo serviço prestado.   Razoável. 
     Além do jardim em si, tem o arvoredo regional e algumas edificações, sendo uma delas uma Capela nova que tem como detalhe ser aberta nas laterais porque o clima da região é quente.   Tem também uma casa de um pioneiro da região (seria a segunda casa do município), aberta à visitação e que funciona como um mini museu e seu tema, além da moradia em si, no seu anexo (quintal) há um velho engenho de madeira com tração animal para moer cana e os demais aparatos (tacho, etc) para fazer rapadura, açucar mascavo, etc.
     Consta que a descoberta das termas em si foram em 1777.   A igreja Matriz da cidade é de 1850.
     A visita ao local vale a pena por estar muito acessível, perto do centro, preço baixo e ter alguns atrativos típicos da região.   Para mim o destaque foi por conta dos pés de coqueiro bacuri com cachos.






II - VIAGEM A CALDAS NOVAS - GO (AGO/17)

     Chegamos na sexta à noite e após nos acomodarmos no Hotel no centro, demos um passeio pela praça principal que é bem movimentada porque as termas (água a 43 graus aproximadamente)  trazem turistas à cidade durante o ano todo e no inverno a água quente ainda é mais atraente aos banhistas de perto e de longe.
     Notamos que falta na cidade um Centro de Informações Turísticas, o que seria de muita ajuda aos visitantes, mas vamos em frente.
     Já a viagem de automóvel de Goiânia a Calda Novas GO, de 190 km de asfalto, já é parte do passeio porque circulamos pelo Cerrado Brasileiro, cuja vegetação é típica, com árvores mais baixas e cascudas e há muitas pastagens e o capim nesta época está seco porque chove pouco e os pés de ipê amarelo são o destaque no cenário da viagem.    No cair da tarde, com o carro em movimento, com um bocado de boa vontade dá para ver a árvore mais alta da primeira foto como sendo um pé de ipê amarelo.
     Um prato típico de lá é o chamado Empadão Goiano que provamos e aprovamos.   O arroz com pequi (fruto do cerrado) também é bem típico do Cerrado.
   


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Fotos de Sonia Forsetto
     
     

sábado, 12 de agosto de 2017

VISITANDO PONTOS TURÍSTICOS EM BELÉM DO PARÁ (AGO/17)

     Fui a um evento nacional da Engenharia (74ª SOEA - Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia) como Conselheiro Titular do CREA PR a Belém do Pará na semana 07 a 11-8-17.   Por ser um percurso longo do Paraná a Belém, optamos por chegar um pouco antes e tivemos um dia livre para conhecer um pouco da cidade.
     Antes eu tinha feito uma lista dos lugares que pretendia visitar, sabendo que não daria para ver todos e ao chegar lá, faria uma escala de prioridades de acordo com a distância, etc.
     Os lugares que destaquei na pesquisa prévia:  Fábrica de Pneus Bitar (a primeira do Brasil, segundo citado), o Farol (que depois nem deu para procurar), a Igreja de S.Sra. da Conceição, o Mercado Carananduba, Mercado Ver-o-Peso, Teatro da Paz, Catedral da Sé, a Basílica de Nazaré,  a Estação Docas, a Feliz Luzitânia, o Forte, o Museu Emilio Goeldi e o Mangal das Garças.
       O que deu para visitar em um dia:   
     Cheguei na cidade na segunda 17.30 h e consegui à noite ir visitar e jantar no Estação Docas.    
     Na terça, o dia de folga, consegui visitar o Mercado Ver o Peso, o Mercado de Peixe ao lado (o prédio do Mercado é histórico, alto e muito imponente e lindo por fora e por dentro em sua arquitetura).   
     Em seguida, fui visitar no centro histórico:
 o Forte
 a Igreja de Santo Alexandre - foi dos Jesuitas (com museu sacro anexo), 
 a Igreja da Sé  (Santa Maria de Belém - o nome antigo de Belém), 
 o Museu do Círio de Nazaré e
 a Casa das Onze Janelas que atualmente abriga um museu de arte contemporânea.     Do Ver o Peso dá para ir à pé (uns três quarteirões) até a praça onde ficam o Forte, a Igreja de Santo Alexandre com museu sacro anexo e a Igreja da Sé (Santa Maria de Belém).
     Fiz isso tudo antes do almoço.     A demora maior foi no Museu de Arte Sacra.
     Depois do almoço tentei ir visitar o Museu Emilio Goeldi (tem mais de 150 anos) e nem consultei horário e sendo terça feira, dei com a cara na porta.  O museu abre a partir das quartas feiras...   Em geral os museus não abrem de segunda feira...

     Vamos às fotos com legenda :    (fotos em celular pelo Eng.Agr. Orlando Lisboa de Almeida)
    
     Fotos da Estação Docas - antigo terminal portuário de Belém restaurado e transformado em espaço de lazer e gastronomia.   Estrutura em ferro inglês e local de valor histórico.     É o point do turismo à noite principalmente.


          Abaixo, foto das tendas brancas que compõem o tradicional mercado de Ver o Peso  (era um lugar de pesar mercadoria para cobrar a taxa antes do embarque).    À margem da baia de Guajará em Belém.    Mercadorias como legumes e frutas e setor de gastronomia e artesanatos.   O prédio logo em seguida com detalhes em azul e bege é o histórico (e em funcionamento) Mercado de Peixes.
     
     Abaixo, mercado de Peixes em pleno funcionamento.    Peixe fresco a toda hora.  Esse peixe é chamado de filhote e é muito apreciado na região.   Testei e aprovei o sabor.
     Forte do Presépio - centro histórico de Belém do Pará.    Data de 1617 aproximadamente.    No mesmo há um pequeno em bem organizado museu.   Vale a pena ser visitado.
     Acima, vaso de cerâmica marajoara no Museu do Forte.    Servia como urna funerária aos povos pré colombianos da região amazônica.  

     Abaixo, Casa das Onze Janelas.   Fica ao lado do Forte em Belém do Pará.   E do outro lado da mesma praça tem a Catedral da Sé e a Igreja de Santo Alexandre.    Tudo meio que lado a lado.
     Esta Casa é um espaço cultural no momento e havia duas exposições de artistas plásticos locais e eu particularmente gostei muito do prédio mas a arte exposta não me agradou.    Destaco que muda sempre o que está exposto e sempre é bom conferir e o gosto de cada um é único.

     Igreja da Sé de Belém do Pará.    Foto que tirei de dentro da Igreja de Santo Alexandre, na mesma praça.    Aqui costuma ser o local da chegada da procissão do Círio (em outubro) que parte da Basílica da cidade.

         Altar da Igreja da Sé de Belém.    A igreja está em plena atividade e é muito ampla e bela.
     As fotos que tirei da igreja de Santo Alexandre (que foi obra dos Jesuitas) ficaram escuras pois esta está fechada e o acesso à parte interna é pelo Museu de Arte Sacra anexo.      Vale a pena a visita pela imponência da obra que é grande e bem conservada.     A imagem abaixo é uma das muitas que há no Museu anexo à igreja.   Independente da fé de cada um, vale a pena ver as obras de arte de grande valor estético e histórico, além de religioso.

     Abaixo, flâmula de N.Sra. de Nazaré que está entre as peças do Museu do Círio de Nazaré, a maior festa religiosa do Norte do Brasil.  (outubro de cada ano)
    Parte da corda enorme que é puxada pelos fieis durante a procissão do Círio de Nazaré.
     Abaixo, a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré.    Consta que seria semelhante à arquitetura da Igreja de São Paulo em Roma.    Daqui parte a procissão do Círio de Nazaré   (Belém - Pará)
     Interior da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré -  Belém do Pará