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quarta-feira, 22 de junho de 2016

TURISMO EM JOÃO PESSOA (PB) - PRAIAS DA REGIÃO IV

Optamos por fazer um passeio via empresa especializada que atua naquela região como franqueada (Luck) cujo trabalho já conhecíamos de outras viagens para o Nordeste.     Neste dia específico (junho/16) o passeio incluiu visita ao Projeto Tartarugas Urbanas, que já foi objeto da primeira matéria que fiz recentemente sobre João Pessoa.    Então nesse dia visitamos o projeto Tartarugas Urbanas, depois fomos até Cabedelo que é um município vizinho de João pessoa onde visitamos o Forte Santa Catarina (também já abordado em matéria anterior com fotos aqui no blog) e em seguida,  Praia Ponta da Campina.          Nesta, almoçamos no Restaurante Lovina que tem uma ótima estrutura beira mar para receber os turistas e a comida é boa e o preço razoável.     
A Praia Ponta da Campina tem na maré baixa a opção de passeio de barco até os bancos de areia que ficam como se fosse uma mini praia.   Optamos por não ir até o banco de areia inclusive porque logo em seguida partiríamos para a parte final do passeio do dia, a Praia do Jacaré com o Bolero de Ravel   (do Bolero de Ravel também já fiz uma matéria anterior aqui no blog.
     Achamos a Praia Ponta da Campina muito linda e por ter a barreira de arrecifes mar adentro, esta quebra a força das ondas e praticamente não há onda que quebre junto à areia.   Fica quase como uma piscina natural imensa.     Para quem gosta de praia sem ondas, uma boa.

     
RECOMENDO clicar nas fotos para aparecerem maiores e mais nítidas!

Uma vista do Restaurante Lovina na Praia Ponta da Campina em Cabedelo-PB

Ao fundo da foto se vê o local onde há o banco de areia e turistas no mesmo (fase de marés mais baixas)

Cabedelo é um município ao redor de 18 km de João Pessoa.  Da praia acima citada se vê João Pessoa


Vi muito dessa flor no litoral do Nordeste e disseram que o nome é buquê de noiva

domingo, 19 de junho de 2016

BOLERO DE RAVEL - PRAIA DO JACARÉ - CABEDELO - CIDADE METROPOLITANA DE JOÃO PESSOA - PB

Barcos de turistas para ver o por do sol e o Bolero de Ravel

Nos barcos dos turistas, dançarinos típicos animando o pessoal a bordo

Jurandir do saxofone tocando o Bolero de Ravel ao por do sol


O bolero é executado no passeio de barco do músico entre os barcos dos turistas - Por do sol
                       (sugiro que dê uma clicada na foto para que a resolução fique bem melhor!)
Após o bolero e o sol se por, Jurandir toca algumas músicas nos barcos dos turistas

Já em terra, num pequeno palco, dentro da programação, toca a Ave Maria às 18 h
    Fizemos esse passeio através de agência de turismo receptivo e o local fica em Cabedelo-PB, distante ao redor de 18 km da capital João Pessoa-PB.     O músico Jurandir, segundo o guia, já está no Guiness Book como quem mais seguidamente tocou o Bolero de Ravel com mais de cinco mil apresentações dia após dia.      É uma emoção ver e ouvir tudo aquilo combinado com o por do sol local.    Ele circula num barquinho na hora do bolero para não sofrer interferência do público e poder sincronizar a execução da música com o justo por do sol.   Depois que o sol se põe ele visita os barcos e toca num contato mais próximo com seu público.    Vale a pena.                          junho de 2016

sábado, 18 de junho de 2016

CABEDELO PB - FORTE SANTA CATARINA - QUATRO CENTENÁRIOS

   





detalhe dos canhões voltados para a terra (após aterro)

Cabedelo-PB  Marco Zero da Rodov. Transamazônica

Muralha do Forte e Porto logo ao lado

Arpão que ficava nos navios baleeiros - para caça à baleia

  Segundo consta, cabedelo é um pequeno cabo.   Fica na cidade do mesmo nome a 18 km de João Pessoa-PB.   Visitamos o Forte de Santa Catarina no City Tour pela cidade e região.   Segundo o guia, o forte seria o segundo maior do Brasil, só perdendo para o Santa Cruz que fica na cidade do Rio de Janeiro.       Sua conclusão da obra em alvenaria e pedra data de 1597 e é majestoso.    Fica na margem do Rio Paraiba  onde o mesmo desagua no mar.   Um local estratégico em tempos de colonização e invasões estrangeiras, com destaque para invasões holandesas.   Cenário de grandes confrontos com muitas baixas.
     Algumas coisas curiosas do Forte que está em bom estado geral de conservação.   No pátio interno há um arpão de caça à baleia.  Cabedelo é uma cidade com bastante gente dedicada à pesca há séculos.  Consta que no passado se matava até 500 baleias por temporada.   A caça foi proibida em 1985 e teria sido com ajuda de reportagem do Amaral Neto - O Reporter (do tempo da ditadura militar).   Ele era muito popular na época e ficou sensibilizado com a matança às baleias e isto ajudou na proibição da caça.
     No entorno do forte, em parte, foi feito aterro segundo o guia e com isso ficou algo curioso porque há vários canhões que antes apontavam para a água (de onde vinham os invasores embarcados), apontam agora após o aterro, para a terra.
     O Porto de Cabedelo que fica "colado" ao Forte afeta a paisagem desse sítio histórico com centenários de construção.
     No Forte há uma capela bem cuidada, dedicada a Santa Catarina de Alexandria.   Consta que alguns oficiais do passado eram sepultados na capela e os recrutas quando morriam, eram jogados ao mar.   Mas isto pode ser apenas lenda local, principalmente o caso dos recrutas mortos ao mar.
     Muito perto do Forte de Santa Catarina em Cabedelo-PB fica o Marco Zero da Rodovia Transamazônica.   Obra do tempo da Ditadura Militar.

orlando_lisboa@terra.com.br         18-06-16
ver também meu blog de fichamento de livros -   www.resenhaorlando.blogspot.com.br 

sexta-feira, 17 de junho de 2016

PRAIA DO BESSA - JOÃO PESSOA - PB. PROJETO TARTARUGAS URBANAS





     Praia do Bessa - zona urbana de João Pessoa - PB   -  Projeto Guajiru - Tartarugas Urbanas.   As monitoras e voluntárias do projeto explicando as ações aos turistas.   Local demarcado com ovos de tartaruga e foto de vista parcial da Praia do Bessa.     08-06-2016

TURISMO EM JOÃO PESSOA (PB) - PROJETO TARTARUGAS URBANAS

No city tour, na Praia do Bessa em João Pessoa - PB. Visita ao projeto Tartarugas urbanas  ou Projeto GUAJIRU. Tartarugas de pente que começam a se reproduzir aos 30 anos segundo a bióloga do projeto. Elas voltam à praia onde nasceram quando estão na fase de colocar ovos. A natureza é genial. O pessoal do projeto marca os locais para que os ovos não sejam afetados nos 55 dias até nascerem as tartaruguinhas. Uns 150 ovos por ninho. E tem que acudir os filhotes ao nascer porque costumam sair do ninho à noite e se orientam pela luz da lua no mar. Mas estando no ambiente urbano, tendem a seguir para o sentido contrário, por causa das luzes da cidade. Morrem de estresse ou atropeladas. Por isso o projeto acode os ninhos e as orientam ao mar e à vida. Bióloga Rita, goiana lidera o projeto na pura força de vontade e ajuda de voluntários.