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quarta-feira, 7 de junho de 2017

CRÔNICA SOBRE OS EX ALUNOS DO COLÉGIO BENTÃO DE UMUARAMA, ANOS 80 - VAI TER ENCONTRO!


Por: Orlando Lisboa de Almeida (amigo da turma)

Faz pouco tempo que rolou uma pequena crônica sobre a apresentação da Fanfarra do Bentão (Bento Mossurunga) que foi vencedora do concurso de fanfarras no começo dos anos 80 em Umuarama. Foi uma apresentação memorável.
Dia destes, a turma de ex alunos dos anos 80 resolveu se articular com ajuda das redes sociais, para um Encontro em Umuarama-PR para celebrar os 40 anos da turma da Fanfarra e dos que não tocavam na fanfarra mas eram alunos da época. Será dias 15/16-06-17 (feriado)
Há um punhadinho desse pessoal espalhado pelo Brasil afora e uns deles, em Curitiba-PR.
Vai que a Edineia resolveu dar uma busca no Santo Google para obter dados do Bentão e pimba! Achou lá a crônica que falava daquela apresentação campeã e ficou inclusive muito emocionada, afinal ali continha fatos que ensejavam grandes recordações, pois ela estudou no Bentão, jogou em várias modalidades esportivas lá no colégio e tocou na Fanfarra também. 
Ela buscou na internet e achou o telefone do cronista amador aqui e ligou. Emocionada! Fez um convite para nos encontrarmos em Curitiba onde moramos, para nos conhecer e articular alguma coisa para convidar mais ex alunos e relembrar fatos da época.
No primeiro encontro, este cronista e dois ex alunos, a Edineia e o Benê. Foi um ótimo bate papo e muitas recordações com boas gargalhadas.
Um segundo encontro, desta vez com mais gente: A Edineia trouxe o irmão dela, Zé Carlos, também ex aluno do Bentão. O Benê trouxe um filho e foi uma nova etapa de boas recordações e um colocar a prosa em dia. E a Rosália, também ex aluna, super animada com o encontro que será em Umuarama.
Dias atrás, o terceiro encontro de apronto para o Dia D que será em Umuarama. O encontro foi na casa da EDINEIA que nos recepcionou com um caprichado café da tarde e dá-lhe prosa, desta vez num grupo maior ainda. Desta vez esteve presente inclusive o Professor PLINIO, que atua como empresário no litoral do Paraná e é um dos ex alunos da época. Também o BRAGUINHA, que veio com a companheira dele e residem em Curitiba. ZÉ CARLOS, irmão da Edineia e ex aluno; o BENÊ e a ROSÁLIA. 
A turma participa de um animadíssimo grupo de WhatsApp que está fervendo por conta da proximidade da data festiva lá em Umuarama-PR. Uma expectativa enorme e com toda razão. Que venha o dia da festa e até lá!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

SOBRE O DISCURSO DA CAIXA PRETA DO BNDES (31-05-17)

Hoje eu estava lendo na Folha de São Paulo sobre o pedido de demissão da competente presidente do BNDES que foi cobrada pela classe empresarial por ser firme na condução dos negócios do banco. A grita dos empresários forçaram a saida dela. Daí surge um tema para reflexão. Logo que o Temer assumiu com apoio do que antes era oposição, tanto se falou em Caixa Preta do BNDES, etc. e tal. Agora vem a pergunta: Faz exatamente um ano que o Brasil está "sob nova direção" inclusive com a co-pilotagem de PSDB e DEM e nesse tempo não Revelaram Nada da Caixa Preta? A presidente que se demitiu, segundo consta no jornal, um dos incômodos que ela enfrentava sempre junto à imprensa era a pergunta sobre a Caixa Preta. Daí de duas uma: Ou a Caixa Preta existia e existe e ela e todo o Governo nada fez para tornar as coisas claras, ou a Caixa Preta é discurso de quem queria dar o golpe. E lembrar que os empresários sedentos ao pote derrubaram a guardiã do BNDES. Pois é.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

JORNAL FINANCIAL TIMES DOS USA PISA NA BOLA COM BALANÇO NO GOVERNO TEMER DO BRASIL


ESTA EU NÃO VI NOS NOTICIÁRIOS DE TV... e ao meu modesto modo de matutar, entendo que deveria ser pauta relevante nos noticiários de TV. Vejamos: Na Folha de SP de hoje, 19-05, página - caderno Mundo - página 1 no artigo do Nelson Sá com o título Também no Exterior, aposta em Temer levou a Tropeços". Diz que um articulista do poderoso NYT New York Times ironizou o concorrente Financial Times que na véspera de estourar essa "novidade" aqui envolvendo o Temer (e as gravações da JBS contra ele), não teve precaução em avaliar o andamento do Governo Temer e fez um caderno de oito páginas no jornal cantando o desempenho do governo. Um título citado: "Reformas encerram três anos de turbulência e recessão". 
E cita que o Caderno, entre os patrocinadores, tem inclusive o Banco do Brasil. Tudo isso na véspera dessa bomba da delação contra o Temer. Alguém viu isso nas Globo News da vida que fica dia e noite mostrando uma tubulação enferrujada e batendo na mesma tecla? Pois é. Temos que redobrar as atenções e buscar fontes alternativas. 
Orlando Lisboa Almeida

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

HOJE O PREGADOR ESTAVA ATACADO (12-02-17)

HOJE O PREGADOR ESTAVA ATACADO (12-02-17) 

(fiz o texto para o Facebook e por isso resolvi não colocar diretamente a denominação religiosa para tentar ser mais abrangente)
Falou um pouco de jurar ou não jurar. Diz que o que vem de cima é o seguinte: Nunca jurar. Basta que todo Sim seja Sim e que todo Não seja Não. Ponto final!
Sobre o do rebanho que se diz Não Praticante. Ele disse que participou de um conclave nacional onde havia outras denominações religiosas e um sheik estranhou essa do Não Praticante. Disse que isso não faz parte do Islamismo (e que os que matam em nome de Alá, não estão seguindo o que Alá determina). Ainda sobre o Não Praticante, o pregador fez um paralelo com o Honesto. Sou Honesto mas não Praticante.... não existe.
Pra completar. Leis e ritos, muitos não elevam a alma humana. Há que em essência seguir preceitos que tragam no bojo convivência fraterna e plena justiça. (Sou Engenheiro Agrônomo, 66 anos, aposentado e resido no Juvevê - sou dizimista no Cabral que é minha Paróquia mas gostamos de participar da missa das dez nos domingos na Santo Agostinho). Espero não ter melindrado ninguém com o texto que busca somar na fé e não dividir. A Paz do Cristo a todos. Orlando Lisboa Almeida

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

O CHAPÉU DO DÉCIO (CONTOS DO BB DE ONTEM)

 

                           “LEVANDO O CHAPÉU” 

     Autor:   Engenheiro Agrônomo Orlando Lisboa de Almeida


     Meu amigo Newton Silveira, paulista de Marília, fez carreira no BB Banco do Brasil concentrada no Paraná, indo de Auxiliar de Escrita a Gerente Geral.   Faz um punhadinho de anos que ele está aposentado, depois de uma vida dedicada ao Banco.
     É uma grande figura humana, tendo sido um funcionário dedicado, espirituoso e de um alto astral fora do normal, o que lhe proporcionava grandes amizades que o tempo conseguiu preservar, como é justo.     Era o Newton chegado a dar uns trotes nos amigos e colegas de trabalho.   Nisso era e é um mestre.
     Lá pela década de 60 (não vou falar que é no século passado porque é sacanagem!), na pacata cidade de Umuarama-PR, lá estava o jovem Newton morando em república e trabalhando duro no setor de crédito rural da agência local.   Naquele tempo o setor era o Setop – Setor de Operações Rurais.
     Elegeu como vítima do trote, certa vez, o amigo Décio Trute, português bonachão, gente finíssima, que era avaliador (“avaluador” como se dizia na zona rural) autônomo que prestava serviço ao BB.
     Naquele dia, o Setop estava lotado de agricultores fazendo proposta de financiamento.   Tinha até lista de espera, tanta era a demanda.    O Newton lá com sua Olivetti, datilografando a proposta do cliente que estava sentado em frente à sua mesa.    Serviço a mil por hora.    Eis que nesse clima, chega o Décio – o portuga – esbaforido de tanto andar no sol pelos sítios abrindo porteiras, comendo poeira e coisa e tal.    O Décio chega, tira o chapéu e entra na cantina para  tomar uma água fresquinha.
     O Newton, mesmo apurado no serviço, viu um chapéu no balcão lotado de gente, levantou da mesa, foi lá, pegou o chapéu, amassou, colocou no seu cesto de lixo, pisou em cima umas três vezes e depois bateu as mãos como quem liquida uma tarefa.   Tava feita a sacanagem.
     Nessa hora ele tinha perdido o Décio de vista no meio da clientela.
     Quando acaba de fazer a proposta e libera o cliente que atendeu, este pede licença ao “seo” Newton, pega o chapéu no lixo, pede desculpa por achar que não era permitido largar o seu chapéu no balcão.   Disse que não conhecia certas manhas da cidade, da vida urbana...   se desculpando.
     Como se diz no truco:   desta vez o passador de trote “desbocou o facão”, trucou em falso.    Ou ainda, como diz o piracicabano, “ mordeu  a chumbada”.
     Se o Newton pudesse, de tanta vergonha, faria como o Pluto do desenho animado, que enfiaria a cabeça por baixo das pernas e sairia pela porta dos fundos, rasteirinho, com o rabinho encolhido.     Ou virar uma avestruz para enfiar a cabeça no chão, sumir do mapa.
     O Décio ficou sabendo do engano do Newton e tirou uma casquinha ao menos daquela vez que, decididamente, foi o dia da caça.