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terça-feira, 16 de setembro de 2014

TURISMO EM RECIFE - INSTITUTO RICARDO BRENNAND (MUSEU)



  Fotos de Sonia Forsetto    (minha irmã)

   Nas matérias anteriores neste blog retratei pela ordem de "chegada" os seguintes passeios:   Porto de Galinhas, Praia dos Carneiros, Olinda, Recife Centro Histórico, Oficina Brennand (Francisco Brennand) e agora, para encerrar o roteiro, a visita ao Instituto Ricardo Brennand.
     Os passeios anteriores foram de no mínimo um dia todo e a Oficina Brennand e o Instituto Francisco Brennand, fizemos ambas as visitas num dia só.   Foi um dia "lotado", pois tem um bocado de coisa linda para se ver por lá.    A Oficina abre inclusive de manhã e então fomos para lá na parte da manhã, até o almoço.   Almoçamos nas dependências da Oficina e depois tomamos um taxi até o Instituto Ricardo Brennad, cuja coleção de objetos de maior destaque são espadas, punhais, adagas, armaduras medievais e muito mais.   Tem inclusive peças de marfim do Oriente.
     O Instituto Brennand é um conjunto que forma um Museu em três prédios distribuidos em uma área verde super bem cuidada e que tem obras de arte (esculturas) inclusive nos jardins.
     Uma das seções que me chamou mais atenção foi a sala onde ficam relíquias dos anos do "Pernambuco Holandês" (ano 1630-1654 aproximadamente).    Tempos de Maurício de Nassau e seu governo por lá.     A economia da região era voltada à cana-de-açucar e à produção de açucar para exportação, sendo que a Holanda era um importante agente de importação de produtos para depois exportar para outros países.
     Há no setor da colonização holandesa peças, mapas, livros impressos na Holanda documentando o período, roupas típicas da época.
     Nassau trouxe para a região cientistas de várias áreas para catalogar e explorar os itens da flora, fauna e mineralogia da região, inclusive para delimitar o interesse econômico pela riqueza local.   
     Num dos prédios do Museu fica concentrada a parte das espadas, armaduras medievais, relógios antigos, etc.   No outro prédio, mobiliário antigo, arte sacra, peças e livros da colonização holandesa e uma rara estátua em tamanho natural de um senador romano do século II d.C.   
     No prédio terceiro por assim dizer, ainda há um espaço amplo que ao que consta recebe exposições de artes plásticas de forma temporária.   Tem inclusive um acervo permanente de obras de arte.    
     Uma visita que vale a pena e é um mergulho na história do Brasil.  

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