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sexta-feira, 13 de março de 2015

SOBRE PALESTRA - ECONOMIA BRASILEIRA E DADOS DA AMERICANA

DOLAR ALTO E ALGUNS DESDOBRAMENTOS      - 13-03-2015
Hoje estive na parte da tarde participando de um seminário com um Economista com Doutorado no ramo, Dr.Marcio Pockmann professor da UNICAMP. Ele estava explicando sobre o dolar alto e segundo o que pude captar, há tendência do dolar subir algo mais ainda no curto e médio prazo. Há fatores internos para isso e também algo pela evolução da economia americana. Na avaliação feita, o dolar alto no nosso mercado torna nossas importações mais caras e isso incentiva a nossa indústria a voltar a produzir e vender no mercado interno. O que vinha ocorrendo com o real valorizado (dolar menos alto) era a nossa indústria deixar de fabricar certos produtos e passando a importar da China para revender por aqui, com mais lucro. Era o que os economistas chamam de "desindustrialização". Resumo da ópera: Dentro dessa linha de interpretação, o dolar alto traz (apesar de efeitos colaterais) o reforço nos empregos nas nossas indústrias, melhora o faturamento das nossas exportações e inibe o turismo no exterior, o que fará com que menos pessoas vão gastar lá fora em dolar e faça turismo aqui no Brasil, gerando empregos.

ECONOMIA AMERICANA - Citação na palestra do Economista professor da Unicamp - Marcio Pochmann. De 2009 a 2014 cresceu no total 13%. Por outro lado, o preço das ações por lá cresceu no período bem mais de 100%, mas a massa salarial caiu de valor no período considerado. O índice de desemprego deu uma melhorada lá, mas a massa salarial caiu.

PARA COMPLETAR A JORNADA DE HOJE SOBRE A PALESTRA COM O PROFESSOR DA UNICAMP.
Sobre o BR fazer superávit para pagar dívida externa. Citou dados de um certo lapso de tempo para mostrar os diferentes números. Disse que antes do governo FHC, estávamos destinando ao pagamento da dívida externa ao redor de 1,8% do PIB. No tempo do FHC, chegamos a gastar 12% do PIB para pagamento da dívida; no governo Lula, foi ao redor de 6% do PIB segundo citou. Lembrou que 6% do PIB é um valor bem alto, com sacrifício, mas já foi o dobro.

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