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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Paris - Ópera Garnier e o Jardim de Luxemburgo - Cap.XIII



Muito perto da Igreja de Santa Madalena, tem o majestoso prédio da Ópera Garnier, cujo prédio fica num local como se fosse uma praça. O prédio é grande e de arquitetura bem refinada. Há no lado externo estatuetas douradas, colunas altas e relevos em homenagem a grandes músicos do passado. A Ópera Garnier continua em plena atividade e conseguimos visitar o local sem, entretanto, assistir uma ópera. Deve ser algo magnânimo, porque a tradição e a fama do lugar requer uma programação à altura.
Na parte interna do prédio que tivemos acesso, principalmente um hall logo na entrada, tem lustres muito bonitos, vasos enormes no ambiente e aquela atmosfera mística de um lugar que é quase um templo da arte ao longo dos tempos.
Quanto ao Jardim de Luxemburgo, é uma praça muito interessante, que fica ao lado de um prédio que seria o Senado de Paris. Algumas coisas interessantes sobre o jardim, que notamos no cotidiano do local. Há cadeiras para as pessoas tomarem sol, além dos bancos normais da praça. Em algumas estátuas de herois do passado, para evitar que as pombas façam pic nic no local, sujando a cabeça do heroi, há uma série de finos e longos estiletes que evitam a aterrissagem das pombas. Claro que por mais sutis que sejam, os estiletes tiram uma pequena fração da estética da estátua, mas tudo tem seu preço.
Ao lado do Jardim de Luxemburgo, fomos tomar um ônibus urbano(a única vez que andamos de ônibus em Paris) para voltar para casa e vimos uma cena interessante do cotidiano local. Uma mulher reside há meses no ponto de ônibus coberto por um abrigo. Ali do lado ela deixa as malas e por ali mesmo ela tem o seu dia-a-dia, junto ao povo que espera ancioso o momento de embarcar no ônibus. Coisa de cidade grande.
Pela cidade, há muito estímulo ao uso de transporte alternativo e um deles é a bicicleta. Há algumas ciclovias e vários lugares onde há bikes de cor padronizada, meio cor cinza com farois e tudo o mais, para locação num sistema de auto serviço. A pessoa passa o cartão, libera a bike e anda o que for necessário, podendo entregá-la automaticamente em outro ponto de bike que deve pertencer ao sistema público, eu acho. Depois a conta do uso deve vir debitada no cartão do usuário.
Ainda pela cidade, vale destacar os banheiros públicos na calçada. Bem acabados, tem um sistema automático de auto lavagem após o usuário utilizá-lo. Se a pessoa se descuidar e entrar um logo após a saída de outro, pode levar um banho, penso eu. O uso dos mesmos é gratuito, um serviço público de qualidade.

Um comentário:

  1. eu nem usei os banheiros com medo d tomar um banho! e soh depois q vi na frança q reconheci q tb tem eles em algumas cidades alemãs, como Koln
    bjssss

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